
“As descobertas de McLaren preocupam seriamente aqueles comprometidos com o esporte limpo e honesto. Informações adicionais do relatório proveram nomes de atletas paralímpicos associados às 35 amostras positivas que desapareceram do laboratório de Moscou”, afirmou, no mês passado, o presidente do IPC, Philip Craven, para quem a decisão é a “mais importante e mais difícil” de sua gestão.
Na quarta-feira, o quadro dirigente do comitê ouviu os argumentos dos russos em resposta às conclusões de Richard McLaren, que detalhou um sistema de 4 anos de doping e de desaparecimento de 35 amostras positivas no esporte paralímpico.
Apesar da pressão da Agência Mundial Antidoping (Wada) pelo banimento da Rússia da Olimpíada, o Comitê Olímpico Internacional (COI) passou às federações o poder de liberar ou não os atletas russos que não tivessem histórico de dopagem ? depois, voltou atrás, e informou que faria um “pente fino” na delegação do país. Ao final, 271 esportistas russos foram admitidos na competição ? outros ainda aguardam o resultado de recursos.