
Cascavel e Paraná - De um livro de citações e histórias, um professor de filosofia pinçou uma passagem interessante e a publicou num desses canais da Internet. A referida história conta que um determinado anfitrião convidou uma série de amigos para saborearem o vinho e, na oportunidade apontou para um balcão onde havia uma série de taças muito bonitas – chamativas. Então ele disse: “Ali há taças diferentes para degustarem o vinho. Escolha uma, cada um de vocês, e sirvam-se de vinho à livre escolha”. Ato contínuo, cada um apanhou a taça que lhe pareceu bonita – mais bonita – e depois serviu-se do vinho de algumas garrafas que estavam sobre o balcão. Não se preocuparam em examinar qual o melhor vinho, decidiram-se pela taça que acharam mais bonita, mais decorada. Com isso deixaram de sorver o melhor vinho que se lhes ofereceu o anfitrião. Do livro para a internet e da internet para cá, entendemos de repassar essa história por acharmos que ela pode muito bem servir de exemplo nesse ano em que teremos eleições. Elas, eleições, vão chegar logo ali na frente, e com elas, é preciso muito levar em conta – para o bem de todos e felicidade geral dos municípios, do Estado e da Nação – que, não raramente acabamos nos enganando diante de candidatos que se parecem “muito com decoradas taças – como as do vinho”, relegando a segundo plano o próprio vinho, ou seja, seria aconselhável – desta vez – não se deixar levar pela imagem da taça e, sim, “saber escolher o que deve ser escolhido”, ou seja, o vinho. Ainda temos algum tempo para sabermos escolher, por isso, apelamos para o cuidado que o eleitor deve ter em não confundir a “taça” com “vinho”. Teremos, em mais uma eleição, muitos pedindo votos, mas no meio desses muitos, haverá gente que, se bem examinarmos, constataremos que não passam de “taças”… Taças, porém… vazias e, “ser vinho” é outra história. E, por se tratar de ação política, de partidos políticos que foram capazes de nos confiscar 6 bilhões de reais para eles mesmos financiarem suas próprias campanhas no protocolo eleitoral, teremos também “taças tentando ser mais importantes que o vinho”, assim como teremos também muito vinho de má qualidade, de origens duvidosas, tentando se passar por vinho de medalhas. É preciso muito cuidado – também nesse particular – para não ser preciso lamentar e sofrer depois com ressacas incuráveis, provocadas por vinhos ruins como essa disfarçada ditadura que sofremos atualmente e que o que mais faz é produzir-nos contrariedade.
GRIFE
Michel Temer, que até já andou de camburão, homenageado com titulo de cidadão honorário. Este país está cada vez mais do avesso. Morro e não vejo tudo.
FOLHETINS
Três donos de órgão de comunicação separaram tanto o resto do patrimônio, mas tanto que: Um permanece morando em Londrina, outro foi morar em Campinas e outro mais foi morar em São Paulo. // Empatia/Cascavel nessa área? “Coisa” do passado!
Usina de ouro do Brasil, estimada em nove bilhões, vendida para a China por um bilhão. Indício de que começou a venda do Brasil… aos pedacinhos. Morro e não vejo tudo.
Anotem… Sobre a venda de um pedacinho do Brasil para a China, a compradora vai “jurar” que não vai mexer no ouro, só na cassiterita, o minério do estanho.
MESA DE BAR
