
Nessa negociação, ficariam livres de pedidos de prisão Josep Maria Bartomeu, atual presidente do Barcelona, e Sandro Rosell, dirigente à época da contratação que renunciou ao cargo após a abertura das investigações de fraude. Segundo a Radio Barcelona, os cofres blaugranas já separam a quantia para o pagamento do acordo.
Um desafio para a formulação do pacto é a morosidade do processo. O juiz Vilá Mayo, que deveria ter solicitado os documentos ao Ministério Público espanhol em abril, ainda não o fez.
Quando negociavam a renovação do contrato de Neymar, cujo vínculo com o plantel catalão foi estendido até 2021, o pai do craque havia pedido garantias jurídicas e tributárias para que o filho seguisse na Catalunha. Segundo o “Mundo Deportivo”, a demanda dizia respeito a um respaldo do Barça caso Neymar seja sancionado pela Justiça espanhola por fraude e obrigado a pagar uma multa.