
– Temos uma lista de 93 nomes, e em cima dela vou colocar todos os contatos e o andamento de cada situação. A escolha não vai ser minha, mas vou passar as informações – destacou.
Gilmar falou sobre o que entende ser o legado que deixa em sua passagem de menos de dois anos como diretor de seleções da CBF. Ele assumiu no segundo semestre de 2014, logo depois do término da Copa do Mundo.
Dunga demitido e Titre a caminho da seleção
– Fico feliz de mudar o estigma de caixa preta, todos entenderam que a CBF é a casa do futebol. Espero que quem venha mantenha o trabalho que foi feito, E desejo sucesso a quem vier. Fizemos algumas mudanças de estrutura, que devem continuar. Todas as pessoas que trabalham na minha equipe vieram baseadas em meritocracia. Elas vieram e disseram que iam sair, eu disse que o melhor a fazer é ficar e dar continuidade – afirmou Rinaldi.
Sobre a demissão, o ex-diretor disse entender os motivos do o presidente Marco Polo del Nero.
– Sempre vou ser grato por ter me dado oportunidade de servir à seleção. Sou grato a ele (Del Nero) e à CBF, cumpri o trabalho da melhor forma possivel, nunca mudei meus principios e convicções. O trabalho chega ao fim, pois os resultados não vieram. Entendo a troca da comissão técnica toda. Saio daqui como sempre saí da seleção, embora as coisas não tenham saído da forma que queríamos. Fizemos trabalho muito bom, mas os resultados não vieram.
Gilmar vai continuar trabalhando por mais dois dias para ajudar na transição.
– Seria egoísmo eu sair. Vou ficar trabalhando até quinta-feira, passei 15 dias negociando a liberação de jogadores. Conseguimos a liberação do Douglas Costa, há outras situações em andamento.