DISPAROS IMPROFÍCUOS

Cascavel e Paraná - Vagabundo – Canalha – patife – criminoso – idiota… e demais sinônimos e mais sinônimos. Além de outros adjetivos que você dispara verbalmente, de forma escrita ou falada, ou até mesmo através de linguagem mímica, não produzirão, na prática, como efeito, nada contra a quem quer que seja que você se dirija com intuito de insultar. No máximo você sentirá um pequeno sintoma de desabafo em seu próprio estado pessoal de espírito… emocional, só um desabafo em você memo. Nada mais que um tímido desabafo. Seria ótimo que para você seu alvo fosse atingido e efeitos fossem nele produzidos, mas não, aliás, certamente nem mesmo revolta no referido alvo, haja vista que, para merecer reação de sua parte, nesse sentido, “não deve estar nem aí por ser o que é”, nem importância deve provocar e fazê-lo reagir. Para merecer tudo isso que faz você ataca-lo (a) “deve estar calejado de se convencer” ser portador desse tipo de caráter. Deve estar habituado (a) com aquela situação que estimula muitos a rotula-lo até daquela expressão impublicável que vem a ser a centenária “FDP”. Assim é que, para aquele que reúne justificativas de sobra para “absorver” tudo isso, por ser tudo isso, essas projeções classificatórias há muito se tornaram improfícuas, posto que redundantes. Esta Coluna registra essa advertência no sentido de tentar estimular a mudança de respostas aqueles que merecem – por comportamentos inadequados – fortes rebatidas, principalmente e necessariamente corrigíveis, pois a eles – ou elas – como até a minha vozinha já dizia: “Tanto fez como tanto faz”…tanto levaram impropérios “pelo lombo” que já acostumaram e, se assim estão, será preciso, para pelo menos tentar ruboriza-los, encontrar, produzir, achar formas mais eficientes de “descasca-los” como se faz com uma banana. O que… “não sei” …Mas que só adjetivos, com os quais eles – ou elas – até já flertam, de tanto recebê-los – não mais surtem efeitos – e a falta de vergonha, quando atingidos por essas identificações, é tanta que são capazes de até tirar proveito dessas rebatidas, usando o caminho da justiça, através de processos que, não raras vezes e descaradamente, fazem uso.

GRIFE

Falsas noções de “pecado”. (Invenção criada para controle humano!)

FOLHETINS

Borderaux mensal que prefeitos anteriores de Cascavel enviavam à imprensa e a determinados Órgãos, costume que Paranhos – acredita-se, por conveniência – decidiu acabar, liquidando com uma útil e saudável, até então, vigilância “indigesta”! (indigesta para ele).

E a atual Câmera nunca cobrou essa prática de Borderaux, tão apreciada no passado – optando por uma “amorosa simbiose de omissão” junto à Prefeitura que ela, Câmara, representa “na prática”, ao invés de dedicar-se à sociedade que a elegeu… Vide aumento do IPTU – compra de ônibus – falta de ações oficiais e temperadas por normas compatíveis com o serviço e dinheiro público – detalhes que teriam evitado até mesmo o escandaloso episódio de“aluguel de árvore”… é… “aluguel de árvore”, fato constatado no planeta só em Cascavel, sem ser preciso citar mais ainda “férias no Caribe – banhos de sol, lá, em corpos lânguidos expostos em fotos clicadas em coberturas de hotéis cinco estrelas, passeios em Dubai” – etc… E coisas do gênero.

MESA DE BAR

Mandamento:

“Não furtarás”…

Moisés desceu rápido e não ouviu o final de parte do Criador:

– “Não vale para o Brasil!”

– Garçom… Mais uma gelada, por favor!