
RESPEITO
Cascavel e Paraná - Esclareço aos leitores desta despretensiosa Coluna que Ela – Coluna – não está recebendo qualquer compensação publicitária por levar a público a informação a seguir, trata-se apenas e, exclusivamente, de informação. É que eu a assino e me senti RESPEITADO ao fazer umas comprinhas no supermercado Almayer e, no caixa, ao tirá-las do carrinho para pagá-las e empacotá-las, verificar que ali, naquele setor, “funcionários-empacotadores” praticavam essa operação de “empacotar as mercadorias compradas”. Não me senti “obrigado” a fazer esse tipo de operação, ou seja, “trabalhar nessa operação” para o dono ou donos que passaram – em várias dessas casas – a dispensar esses trabalhadores, certamente por medida de economia às nossas custas, clientes, levando-nos a “trabalhar para eles”, os donos. E registre-se que não raras vezes, em discursos ilusórios, projetam frases que tentam convencer que estão “movimentando o mercado de trabalho”. Blefe. Dispensar trabalhadores de um setor, levando clientes a operarem compulsoriamente nessa labuta, não passa de “manobra” que, levando em conta tratar-se de uma ou outra grande rede, convenhamos, tratar-se-á, então, de um considerável número de “trabalhadores-empacotadores” dispensados que, embora salários irrisórios, para a rede inteira terá, sim, importância devido à “quantidade” desses operários dispensados… e repito: Para que nós, clientes, trabalhemos como “empacotadores” para a chamada “área da esperteza”. Lembro ainda que esse tema não é por aqui enfocado pela primeira vez… O faço pela segunda vez. E a propósito… Nesse aspecto do Almayer, os empacotadores ainda fazem mais: dependendo do volume das compras, se grande, além de empacotá-las, levam até o carro.
GRIFE
Passaporte de Eliza Samúdio apareceu em Portugal. Ninguém dá explicações. E se ela não morreu ou, se morreu, foi em Portugal? Teríamos mais um fiasco da “Conjuntura brasileira?”
FOLHETINS
…Se bem que, convenhamos, esse caso envolvendo o goleiro Bruno e sua amante já é – mesmo a essa altura – um fiasco dos mais ridículos em termos de competência. Temos uma acusação de assassinato – uma suposta vítima desaparecida – uma condenação de assassinato ou mandante dessa suposta circunstância – uma criança abandonada – sem pai e sem mãe – enfim, uma tragédia ou não – e uma sensação pública de incompetência, além de uma série de conjeturas, o que acaba não provocando admirações num País que está virado do avesso, tendo no palco desse avesso dois casos quase inacreditáveis, sendo um envolvendo um político condenado em três instâncias, mas beneficiado por liberdade devido a um entendimento isolado de um “companheiro” num posto de ministro e, colocado ali via “canetaço” de quem chamam de “presidente”, comparando-se a outro envolvido sem máculas quando no posto de presidente, mas detido, isolado, preso, seriamente enfermo, deprimido e – segundo ministros, ex-ministros, vários políticos, advogados, desembargadores, etc. INCOSTITUCIONALMENTE. Nessa altura somos estimulados a repetir o que a opinião pública tem falado à exaustão: “Que País é esse”?
Se teve essa aula, essa eu faltei, talvez por isso não esteja conseguindo entender: O Banco Central não liquidou o Banco Master, principalmente por ter ele tentado negociar títulos que chamou de “podres”? (quando o que parece “podre” é o próprio banco?) E a quem pertencem esses assustadores 12 bilhões? O que tem de envolvimento o T.C. da União nesse rolo “acromegálico”? E o BRB de Brasília, ainda está com as duas mãos no ativo, ofertados pelo Daniel Vorcaro ou “escondeu as mãos” mas, e principalmente, que tipo de “acareação” é essa que o Tófolli determinou (a “coisa” tá que tá) se nem depoimentos aconteceram? A acareação seria entre Banco Central – Banco Master e TCU? Se sim, nem precisa contar aquela do papagaio… Essa aí, contada, já não nos permitirá sequer parar de rir.
MESA DE BAR

– “Representantes do povo? Repetindo esta foto para que os eleitores não esqueçam a “pancada na sociedade através do aumento do IPTU”, em Cascavel, neste ano de eleição.
– Garçom… Mais uma gelada, por favor!