“O país passou por grandes desgraças: mensalão, petrolão, crise da segurança, recessão terrível. Parecia que o povo brasileiro estava desesperançado. Nossos mais promissores jovens e empresários falavam em deixar o país”, lamentou Novaes, referindo-se a crises ocorreram no país, geradas por denúncias de pagamento de propina a agentes públicos nos últimos anos.

O economista, que estidou na mesma Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, pela qual o ministro da Economia, Paulo Guedes, concluiu seu doutorado, atuou ao longo de todo o período de transição de governo ao lado da equipe econômica de Bolsonaro. No período, Novaes, que foi indicado para o cargo apenas em 22 de novembro, iniciou conversas com integrantes da atual estrutura do BB.

No discurso de posse, Novaes afirmou se disse confiante no apoio à sua gestão. “Uma administração deve ser eficiente, transparente e honrada. Tenho certeza [de] que, com a equipe que estamos montando, esse objetivo será plenamente cumprido”, afirmou.

Novaes foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), professor da Fundação Getulio Vargas e presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).