Informe da redação 05 de outubro de 2019

Seleção para prefeito de Cascavel

No Paraná, o Partido Novo decidiu lançar candidato a prefeito em seis cidades: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu. E em Cascavel já abriu “seleção” para os candidatos. Os interessados terão que se inscrever (até 31 de outubro) e passar por três etapas. Os aprovados no teste serão submetidos às convenções partidárias, conforme o estatuto do partido e a legislação eleitoral. O estatuto do Novo também veda a participação de membros dos diretórios da sigla neste processo. Dentre os requisitos do processo seletivo às pré-candidaturas majoritárias estão: atender regras da lei da ficha limpa, conhecimento do estatuto do Novo e suas resoluções, termos de compromisso de gestão e compromisso partidário (tudo explicadinho em www.novo.org.br).

Mais exigências

Ah! Tem mais! Para se candidatar a prefeito também é preciso comprovar experiência mínima de oito anos de gestão (pública ou privada), demonstrando elevadas práticas de governança. Também são exigidos reconhecimento e reputação perante a comunidade, liderança, capacidade de comunicação, espírito empreendedor, aptidão para trabalho em equipe e raciocínio estratégico.

Novas práticas

“Estamos fazendo nossa parte para trazer novas práticas para a gestão pública brasileira. Queremos replicar a experiência bem-sucedida de Minas Gerais e do Novo no Parlamento brasileiro em Cascavel”, afirma o líder da sigla no Município, Dirceu Soligo.

Dono do pedaço I

O governo federal “descobriu” que tem muito mais empresas do que imaginava. Balanço do Ministério da Economia revela que são 637 companhias entre controladas pela União, subsidiárias, coligadas e participações. Para ter ideia do tamanho do susto, até então o governo “achava” que tinha 133 empresas estatais, que só considerava controladas e subsidiárias. Foi a primeira vez que as participações minoritárias foram incluídas no levantamento, o que acabou inflando o número.

Dono do pedaço I

Após o pente-fino, até o total de empresas controladas e subsidiárias cresceu, passando para 205. A União tem participação minoritária em 43 empresas, fora as participações de empresas como BNDES e Banco do Brasil. “É um Estado empresário”, disse o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Salim Mattar: “A União tem ação da Bombril. Não temos gaze nos hospitais, mas temos milhões de reais em empresas. Isso é ético?”

Privatização

As privatizações, os desinvestimentos, as concessões e as vendas de ativos naturais da União somaram US$ 23,5 bilhões (R$ 96,2 bilhões) de janeiro a setembro deste ano. O valor ultrapassou a meta do ministro Paulo Guedes, de US$ 20 bilhões. Contudo, o balanço mostra ainda que o governo gastou R$ 190 bilhões nos últimos dez anos com subvenções e aportes em estatais.

Ele fica!

Indiciado pela Polícia Federal, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, fica no cargo. Ele é acusado de forjar candidaturas femininas no PSL nas últimas eleições e usar o dinheiro do fundo eleitoral delas. No começo do ano, o presidente Jair Bolsonaro já tinha dito que o futuro de Antônio dependia do resultado das investigações. Contudo, deve vir reforma ministerial por aí.

Delação de Palocci

Por falar em investigação… Em 39 anexos, um total de 89 páginas, ex-ministro dos Governos Lula e Dilma Antonio Palocci relata capítulos e bastidores da corrupção envolvendo políticos, servidores, empresários e ministros. Para ler a delação, passe o leitor de QR Code do seu celular. E prepare a pipoca.

Veja o documento na íntegra. 



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