Toledo – O chamamento público realizado pela Prefeitura de Toledo para credenciar OS (Organizações Sociais) para gerir o Hospital Regional teve interesse de quatro empresas.

De acordo com o prefeito de Toledo, Beto Lunitti, seis organizações participaram do chamamento, mas duas foram inabilitadas e ainda podem recorrer. “É todo um processo que tem um rito e um ritmo”, resume.

Agora, a prefeitura fará o edital para a disputa do gerenciamento do hospital e as empresas habilitadas continuam na briga.

Segundo o prefeito, o modelo de gestão por Organização Social é novo no Paraná e Toledo é um dos primeiros municípios a aderir.

Beto Lunitti informou que as obras de readequação do hospital seguem em ritmo lento, entretanto, nesta semana ele espera se reunir com os donos da construtora para tentar acelerar o ritmo dos trabalhos. “Realmente, ritmo lento. Deu uma evoluída essa semana e vamos ter uma conversa com os donos da empresa Guilherme, que tem o contrato maior. Eles estarão aqui conosco para resolvermos e destravarmos essa questão e acelerarmos as obras”.

De acordo com Lunitti, outro problema enfrentado pela gestão e pela construtora é o aumento dos preços e dos serviços de engenharia. Por conta disso, a construtora solicitou à prefeitura pedido de reequilíbrio financeiro, que já está sendo concluído. “Os preços dos materiais e de serviço tiveram expressivo aumento. É de direito o reequilíbrio. Estamos arredondando a análise do pedido e vamos também tratar desse assunto na reunião com os proprietários da Guilherme. Creio que, depois de resolvida essa questão, as obras poderão acelerar”.

O prefeito garantiu que colocará em funcionamento o Hospital Regional de Toledo: “Nós queremos fazer esse hospital funcionar e nós vamos fazer funcionar, mas também vamos denunciar aqueles que não querem que esse hospital abra. Já era para estarmos abertos. Nós vamos abrir o Hospital Regional, nós vamos abrir e com qualidade com atendimento. Vai funcionar o hospital!”