Guarda “particular” custa R$ 3,7 milhões

Apesar do efetivo da Guarda Municipal, que agora anda armada, a Prefeitura de Cascavel terceiriza boa parte do serviço diante da demanda de manutenção da segurança em setores específicos. Um dos que mais utilizam a terceirização de guarda armada é a Secretaria de Assistência Social, que, por ano, gasta R$ 1,7 milhão com esse serviço particular.

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No entanto, uma nova proposta originária da prefeitura chama a atenção dos membros do Conselho Municipal da Assistência Social. O montante destinado para a guarda armada no ano que vem terá aumento de 117% – está estimado em R$ 3,7 milhões. A proposta entrará em discussão hoje na reunião do Conselho, às 7h30, no terceiro piso do Paço.

Conforme a justificativa apresentada pela prefeitura, serão necessários ano que vem 38 guardas armados.

O edital ainda não está totalmente concluído e, segundo o secretário de Assistência Social, Hudson Moreschi Júnior, necessita também de pareceres da Procuradoria Jurídica, no entanto, o aumento do gasto está confirmado. “Teremos um aumento de 19 turnos – dez postos de vigilância”, explica o secretário.

Uma das preocupações no momento é com a conservação de prédios e áreas novas que pertencem à Secretaria de Assistência Social. Entre elas está o CCI (Centro de Convivência Intergeracional) do Bairro Morumbi.

Outro espaço que deve ter ampliado o serviço de segurança é a Praça Céu, no Bairro Santa Cruz: em vez de apenas 12 horas, agora a vigilância será por 24 horas. “São áreas de risco que necessitam de uma vigilância maior – pois há risco aos servidores e também à população. As unidades de acolhimento, por exemplo, precisam da guarda armada para proteção devido a grande circulação de pessoas”, diz Moreschi Júnior.

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