

? É o gato de um funcionário, não dos Cameron. Ele fica ? anunciou o porta-voz da residência oficial do premier.
Larry, que veio da Sociedade Protetora dos Animais, foi levado para Downing Street depois que câmeras mostraram a presença de um rato diante da porta da frente. Ele foi escolhido por ter ?um forte instinto predador?, segundo o governo. Mas, em vez de ratos, recebe numerosos presentes de seus admiradores e tem uma vida mansa: passa a maior parte do tempo passeando ou descansando nos móveis antigos da casa.
Em sua chegada, Cameron deu as boas-vindas, dizendo que era ?uma grande contribuição? à equipe. Downing Street sempre contou com um gato desde 1920. Mas a casa estava sem um ?caçador de ratos em chefe? ? como dizem os britânicos ? desde 1997, quando Humphrey se aposentou.
Humphrey havia chegado durante o governo conservador de Margaret Thatcher, sobrevivera à gestão de John Major, mas foi afastado pelo trabalhista Tony Blair. Segundo rumores, Blair teria sido pressionado pela mulher, Cherie. O gato teria uma pensão anual de 100 libras.
Larry, no entanto, pegou tempos mais duros e trabalha de graça. Já esteve várias vezes a ponto de brigar com Palmerston, o gato do vizinho Ministério de Relações Exteriores, e tem um relacionamento difícil com Freya, gata do ministro do Tesouro. Esta, sim, pode se mudar, se Osborne não for mantido por May.
