Trevo Cataratas: readequação não deve começar antes de outubro

O acordo prevê o investimento no Trevo Cataratas.

Cascavel – A Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) aprovou nessa segunda-feira (27) requerimento assinado pelos deputados Marcio Pacheco (PDT), Coronel Lee (PSL) e Marcel Micheletto (PR) solicitando informações à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística sobre o cumprimento do acordo de leniência visando à reestruturação do Trevo Cataratas, em Cascavel. A obra é classificada como prioritária para o desenvolvimento e crescimento regional. “A melhoria do Trevo Cataratas é muito importante para desatar um dos maiores gargalos de trânsito do Paraná, pois o local é um entroncamento das rodovias 277, 369 e 467”, ressalta Pacheco.

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O anúncio oficial da reestruturação do Trevo Cataratas com recursos a serem devolvidos pelo acordo de leniência foi feito em 9 de dezembro do ano passado pelo governo do Estado. O acordo assinado entre o Ministério Público Federal, a Procuradoria do Paraná e a Ecorodovias (que controla a Ecocataratas, responsável pela administração da BR-277, entre Foz do Iguaçu a Guarapuava) aconteceu em agosto de 2019 e fixou valores a serem devolvidos como compensação a aditivos ilegais e tarifas supermajoradas.

O acordo prevê o investimento de R$ 130 milhões em obras, dentre elas o Trevo Cataratas, e a instalação de terceiras faixas em pontos críticos da BR-277.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) precisa aprovar os projetos de execução e orçamentário da Ecocataratas. Consultado a respeito do andamento da análise, a assessoria informou apenas que segue o cronograma do MPF.

Já a Ecocataratas informou, em nota, que tem até 1º de julho para apresentação e aprovação dos projetos, “dentro do prazo de 210 dias estabelecido pelo acordo de leniência” e que, “somente após a aprovação dos projetos executivos e dos orçamentos das obras pelo poder concedente (DER/PR), a concessionária poderá contratar a execução dos serviços e este processo tem uma estimativa de mais 90 dias, contados a partir de 1º de julho de 2020”.

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