Contas em dia?

Se as contenções emergenciais do Executivo indicam muitas contas e pouco dinheiro em caixa – com restrições inclusive de viagens a cidades vizinhas por parte dos secretários -, a Prefeitura de Cascavel terá de tornar pública a situação do caixa. É que dia 26 está prevista uma audiência pública da Comissão de Economia e Finanças, às 14h, no plenário, para prestação de contas do cumprimento das metas fiscais do segundo quadrimestre do ano, tanto do Executivo quanto do Legislativo.

Desconto EcoPark

O contrato com a Contersolo Construtora de Obras teve nova supressão em função de alterações de projeto do Parque Linear, o EcoPark Morumbi. O valor do desconto atribuído a um termo aditivo da Secretaria de Meio Ambiente é de R$ 78 mil. Passou de R$ 17,472 milhões para R$ 17,394 milhões.

Diversidade

A palavra já gerou muita discussão no plenário de Cascavel com defesas religiosas fervorosas e chegou a ser retirada do Plano Municipal de Educação. Agora, ela volta em grande pompa: Dia Municipal da Diversidade Cultural. Os vereadores querem que ele seja instituído no Calendário de Eventos, inclusive com paradas – desfiles públicos. Neste ano, o Dia da Diversidade Cultural será na Praça do Country, às 14h do dia 30.

Meio milhão

Não é pouco o que a Fundetec está pedindo para que a Câmara dê aval: R$ 583 mil. A justificativa é a uma suplementação de dotações existentes para arcar com despesas que a Fundação foi “forçada” realizar na infraestrutura.

Máquinas novas

Pelo que indica, o Município pretende renovar os equipamentos usados pelos servidores. A prefeitura abriu pregão eletrônico para adquirir computadores e notebooks para todas as secretarias. O certame será dia 2 outubro, às 9h. O valor reservado é de R$ 5,9 milhões.

Feira livre?

O vereador Valdecir Alcântara quer que as empresas de frutas e verduras fiquem livres para o trabalho no dia 14 de novembro, aniversário de Cascavel. A legislação municipal impede a atuação comercial e industrial, no entanto, no feriado da Proclamação da República pode tudo. A justificativa é de que os produtos do setor são perecíveis e as empresas precisam abastecer cidades vizinhas.