Risco

O Ministério da Saúde tem ignorado e evitado se manifestar sobre alertas de risco de nova onda epidêmica de Covid-19. Um deles, do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM), reforça: “O comportamento epidemiológico das doenças respiratórias observadas na região Norte do País, principalmente no Amazonas, deve ser avaliado em um contexto mais amplo visto as diferenças do padrão das demais regiões do País”. Preocupados, deputados e senadores de Estados da região pressionam o ministro Marcelo Queiroga, mas sem resposta efetiva.

 

Catástrofe

Diante do alerta para nova onda e da experiência catastrófica de Manaus durante a pandemia, o que se espera do Ministério da Saúde é, no mínimo, um planejamento para evitar – em caso de nova onda – a repetição da tragédia ocorrida anteriormente no Amazonas.

 

Iminente

O Conselho aponta para o risco iminente sobretudo pela predominância da variante Delta e baixa cobertura vacinal, pois apenas três municípios do Amazonas estão com cobertura acima de 70% da população vacinável com as duas doses do imunizante.

 

Plano

Sobre o plano de vacinação para 2022 – quantidade de vacinas, imunização de crianças, etc -, questionado há dias pela Coluna, a postura da pasta é a mesma: sem resposta, até o fechamento desta edição.

 

Sondagem

Além de travar a sabatina do ex-ministro da Justiça, André Mendonça, indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Jair Bolsonaro, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) tem sondado colegas e crava que, se a votação fosse hoje, a indicação seria derrubada no plenário.

 

Nada disso

Para ser efetivado na Suprema Corte, o ex-ministro “terrivelmente evangélico” precisa de 41 votos favoráveis no plenário do Senado. A sondagem de Alcolumbre não bate com os cálculos do próprio André Mendonça, que mantém peregrinação diária no Senado, e do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ambos sustentam que os votos para aprovação da indicação estão garantidos. A conferir.

 

Desembarque

Depois de operar por mais de um ano na cidade, a empresa de transporte Primar foi proibida pela Prefeitura de Paraty de fazer embarque e desembarque na rodoviária do município, fazendo com que os passageiros sejam deixados ou apanhados na estrada de acesso à cidade. A população foi às redes sociais pedir ao prefeito que volte atrás.

 

Barato

À Coluna, a Primar posiciona que “utilizará todos os meios judiciais para poder trabalhar e ajudar os paratienses”. Lembra ainda que, em plena pandemia, ofereceu um serviço barato de transporte de ônibus, pagando impostos, trazendo emprego e renda para a cidade. Procurada, a Prefeitura de Partay não se manifestou.

 

Adutora

Cerca de 140 mil pessoas em Maceió estão sem abastecimento de água por conta do rompimento de uma adutora controlada pela concessionária BRK Ambiental. O prefeito de Maceió, JHC, resolveu pedir ajuda ao comandante do Exército na capital alagoana, tenente-coronel Paim, que concordou em colaborar.

 

Caminhões-pipa

Ficou combinado que o Exército vai disponibilizar o cadastro de reserva de prestadores de serviço de caminhões-pipa. Dessa forma, a BRK vai conseguir localizá-los com mais velocidade e contratá-los imediatamente para atenuar o problema até que seja resolvido definitivamente por volta do dia 15 de dezembro, segundo a empresa.

 

Conflitos 1

A UERJ e a Associação dos Magistrados Brasileiros firmaram parceria para oferecer o curso de especialização “Organização Judiciária, Autocomposição e Transformação de Conflitos” – que pode se tornar um mestrado profissional.

 

Conflitos 2

“Essa é uma ação inédita, que oferece aos alunos da UERJ e aos atores do sistema de justiça a oportunidade de aperfeiçoamento em temas tão importantes”, ressalta a presidente da AMB, Renata Gil.