O Consamu (Consórcio Intermunicipal Samu Oeste) comemorou cinco anos de existência na manhã dessa quinta-feira (1º) em uma solenidade que contou com a presença de várias autoridades do setor da saúde regional. Nesse tempo, o Samu fez mais de 1.700 voos de socorro com o aeromédico e prestou mais de 325 mil atendimentos clínicos.

O presidente do consórcio, prefeito de Palotina, Jucenir Stentzler, relembrou momentos difíceis como quando os prefeitos chegaram a discutir a continuidade ou não continuidade do consórcio por problemas financeiros. “Muitas pessoas não sabem, mas o Consamu é tripartite. Uma parte quem custeia é o governo federal, outra parte quem custeia é o governo estadual e a outra parte quem custeia são os municípios; e quando uma parte dessas falta, as outras ficam sobrecarregadas e nem sempre conseguem dar o suporte necessário para que se consiga manter o serviço, mas graças a Deus estamos vivendo um novo momento”.

Atualmente 43 municípios formam o Consamu, com isso são aproximadamente 1 milhão de pessoas em toda a região que dependem do conhecimento técnico dos médicos, enfermeiros e socorristas que formam o quadro de funcionários do Samu.

O diretor-geral do Consamu, José Peixoto, aproveitou o microfone para elogiar o trabalho da equipe. “Nós estamos aqui só fazendo o bem. Vemos isso no dia a dia, quando as pessoas se emocionam, quando os funcionários se emocionam. E vocês tenham certeza que essa azulzinha aqui tem orgulho deste uniforme e por isso que dá certo. Porque não é só meramente estar aqui. É estar aqui e fazer bem feito”.

 

Macrorregulação de leitos

Previsto para começar a operar no próximo mês, em data a ser definida pelo Consamu, o sistema de macrorregulação de leitos promete unificar a distribuição e com isso agilizar o processo de espera por leitos em toda a área que compreende a 10ª Regional de Saúde, conforme explica o diretor do Consamu, Rodrigo Nicácio. “Estaremos trabalhando na mesma sala, no mesmo ambiente, o médico da urgência ao lado do médico regulador de leitos eletivos. Desta forma, acreditamos que será possível dar mais velocidade e eficiência ao processo e diminuir o tempo de espera de pacientes que aguardam em UPAs ou em hospitais de municípios menores”.