Cascavel – Equipe que disputou a Primeira Divisão do Paranaense de Futebol pela última vez em 2011, o CCR (Cascavel Clube Recreativo) pode selar o retorno à Elite do Estadual neste domingo, dia no qual recebe o Rolândia pela segunda e penúltima rodada da segunda fase da Segunda Divisão. A partida está marcada para as 15h30, no Estádio Olímpico, e, para comemorar a vaga antecipada, a Serpente só não pode perder. Ou seja, entrará em campo já com o acesso garantido, com atenção redobrada para não sofrer gol.

Invicto há quatro jogos, o CCR tem de se manter assim neste domingo, pois precisa de apenas mais um ponto para matematicamente não ser alcançado por nenhuma equipe do Grupo B, o qual lidera com dez pontos e que tem o Rolândia como vice-líder com 5, o Independente São Joseense como terceiro colocado com 4 e o Paranavaí na quarta posição com 2 pontos.

Caso alcance o objetivo, o Cascavel CR também já estará classificado para disputar o título da competição com o Operário, que já garantiu o acesso pelo Grupo A e também a vaga na final da Segundona 2018.

História

Fundado em 2001 numa fusão entre Cascavel S/A, Sorec e Cascavel Esporte Clube, o Time do Povo estreou oficialmente na Segunda Divisão de 2002 e conquistou o acesso, mas em 2003 foi rebaixado e permaneceu na Segundona em 2004, 2005 e 2006, quando ascendeu novamente à elite e por lá permaneceu por quatro temporadas, até 2011. Em 2012, por irregularidades na inscrição de jogadores, perdeu pontos na Justiça e foi rebaixado à Terceira Divisão de 2013, ano em que pediu licença e ficou inativo para “colocar a casa em ordem”. Retornou mais estruturado em 2014, com Nivaldo Missio como presidente, foi campeão da Terceirona em 2015 e nos dois anos seguintes (2016 e 2017), já sob a gestão do atual presidente Tony Di Almeida, obteve posições intermediárias na Segunda Divisão.

Ingressos

Os ingressos para o “Jogo do Acesso”, como está sendo chamada a partida deste domingo entre Cascavel CR e Rolândia, foram fixados com preço único promocional de R$ 10 para qualquer setor do Estádio Olímpico, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.