
O líder da ong, Leonardo Apicelo, conta que a instituição é um movimento de direitos humanos, que lida principalmente com a recuperação de dependentes químicos. A questão da violência contra a mulher, entretanto, é recorrente nos locais que atuam:
? Por trabalhar com pessoas carentes, em risco social, nós já observamos essa realidade no dia a dia. Aquilo que as pesquisas dizem, nós percebemos no cotidiano. Quando surge um caso como o dessa adolescente, é a chance de gritarmos e fazermos com que essa situação venha à tona, porque, na maioria das vezes, fica debaixo do tapete da hipocrisia.
Além do varal, os ativistas fizeram frases em cartolinas como “A culpa é da vítima?” e ” Por amor, não me estupre”. Eles também distribuíram rosas para mulheres do local junto com a pergunta “Mulher merece o que?”.