Na Escola de Governo realizada nessa terça-feira (29) no auditório da Prefeitura de Cascavel, a Secretaria de Saúde apresentou um balanço dos últimos dois anos e as metas para a segunda metade do mandato do prefeito Leonaldo Paranhos.

Conforme os dados, das 37 obras listadas, 14 foram entregues e as outras 23 que estão em execução, em licitação ou na fase final de projetos, a garantia dada é de que todas serão até o fim de 2020.

“Tudo está planejado para as obras serem inauguradas ano que vem. Está tudo bem adiantado e, com prazo máximo de 12 meses para conclusão de cada obra, no último semestre de 2020 todas as unidades devem estar à disposição”, disse o secretário Rubens Griep.

As obras em execução ou em fase de finalização/licitação são: Cisop, UBSs Neva e Cancelli; USFs Colméia, Los Angeles, Rio do Salto, Juvinópolis, Morumbi, Cidade Verde, Tio Zaca, Cataratas, Claudete, Tarumã, FAG e Floresta; e ainda a UPAs Brasília e Tancredo Neves.

Outras seis USFs serão reformadas e entram em processo licitatório neste ano: Espigão Azul, Periollo, São Francisco, São João, São Salvador e Sede Alvorada.

“Somente quatro unidades de Cascavel ainda não têm recursos para reforma ou construção, as demais já passaram, estão passando ou passarão por algum tipo de intervenção”, acrescentou o secretário.

Atendimentos crescem 61%

A atenção primária de Cascavel registrou crescimento de 61% nos atendimentos em dois anos. Em 2016 foram feitos 483,1 mil atendimentos, e, em 2018, 777,6 mil. “Tivemos esse aumento devido a praticamente todas as nossas unidades com duas equipes ou mais estarem abrindo das 7h às 19h, assim, mais pessoas tiveram acesso aos serviços e em consequência o nosso número só vem crescendo”.

O secretário Rubens Griep destacou que a atenção básica já cobre 80,6% da cidade, além da média nacional, de 75%. O número de visitas domiciliares feitas pelos agentes comunitários de saúde subiu de 106,7 mil em 2017 para 169,1 mil ano passado.

Mortalidade infantil

Um dos destaques da apresentação diz respeito à redução da mortalidade infantil. Segundo o secretário Rubens Griep, o coeficiente ficou em 6,4 para cada mil bebês nascidos vivos, e a mortalidade materna fechou o ano zerada. “Tivemos uma melhora no pré-natal, incluímos o pai no pré-natal e os conjuntos de ações fizeram com que chegássemos a esse índice”, comemora Rubens Griep.

Confira o relatório completo: