Profissionais da educação se mobilizam para cobrar reivindicações do ano passado

Além da minuta do novo Plano de Carreira da Educação, os professores entregaram a pauta de reivindicações com mais de 40 itens, que incluem desde redução do número de alunos por sala de aula, até ampliação de vagas em Cmeis.

Foz do Iguaçu – Profissionais da educação pública municipal decidiram fazer mobilizações diárias a partir desta quarta-feira (4) em busca de respostas do Executivo municipal. A deliberação ocorreu na segunda-feira (2), durante assembleia geral convocada pelo Sinprefi (Sindicato dos Professores e Profissionais da Educação da Rede Pública Municipal de Foz do Iguaçu). Ontem, líderes sindicais estiveram na Secretaria Municipal de Administração. “Ainda não convocamos a reunião, porque não temos resposta”, justificou a secretária Salete Horst, que pediu uma semana de prazo para um novo posicionamento.

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A resposta da secretária é referente à cobrança de uma pauta de reivindicações apresentada ainda no ano passado: “Na última reunião com o prefeito Chico Brasileiro, em 17 de dezembro de 2019, ele se comprometeu a nos convocar em fevereiro para apresentar respostas às nossas reivindicações. Já estamos em março. Não vamos desistir”, disse a presidente do Sinprefi, Marli Maraschin de Queiroz.

Além da minuta do novo Plano de Carreira da Educação, os professores entregaram a pauta de reivindicações com mais de 40 itens, que incluem desde redução do número de alunos por sala de aula, até ampliação de vagas em Cmeis.

Greve geral da educação pública

A categoria pretende aderir à Greve Nacional da Educação convocada para 18 de março em todo o Brasil pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). O objetivo é protestar contra o fim do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), previsto para dezembro de 2020.

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