Conhecido popularmente como fluido do radiador, o fluido de arrefecimento é essencial para garantir o bom funcionamento do motor dos automóveis. Esse agente de resfriamento foi desenvolvido para controlar o calor gerado pelo motor, mantendo-o nas melhores condições de temperatura. O produto circula entre o radiador e as câmeras internas do motor, promovendo sua refrigeração – e no caso do Glysantin, fluido concentrado de alto desempenho, fornece tripla proteção, contra a corrosão, superaquecimento, além do congelamento. Efetivamente protege o motor contra corrosão e depósitos no sistema de arrefecimento, que inclui os canais de arrefecimento nos blocos do motor e cabeça do cilindro, o radiador, a bomba de água e no núcleo de aquecimento.

Para garantir efetivamente a proteção, o fluido de arrefecimento deve ser trocado regularmente após três a quatro anos em intervalos recomendados pelos fabricantes. Isso porque surgem moléculas corrosivas devido à degradação gradual do fluido. Por isso, postergar a troca pode levar a danos no motor e no sistema de arrefecimento, como superaquecimento, corrosão, aumento do consumo de combustível e ruídos internos.

Normalmente, a vistoria do nível do fluido de radiador é oferecida pelos frentistas nos postos de gasolina. A checagem é importante, mas a recomendação é que qualquer alteração deve ser analisada criteriosamente por um mecânico especializado. Para reposição, existem diferentes tipos e tecnologias e é importante utilizar o produto indicado pelo fabricante, informação que vem impressa no manual do carro, pois foi formulado e testado especialmente para a aplicação, além de contar com a aprovação da montadora. Vale reforçar que os fabricantes não apresentam recomendações para o uso dos agentes de proteção do radiador. Apresentam liberações ou autorizações oficiais, que devem ser atendidas para garantir a segurança.

O abastecimento incorreto do fluido pode provocar danos no sistema de refrigeração. A troca pode ser um procedimento simples, mas é preciso alguns cuidados que só o mecânico capacitado tem, principalmente, para avaliar possíveis danos aos componentes, necessidade de manutenção e a escolha do produto adequado.