Os olhos de Jhonata Neves, um jovem engenheiro civil de 23 anos e que está concluindo a pós-graduação, brilham quando o assunto é missão evangelística e social. Mesmo atuando na área de sua formação, ele está deixando a carreira para se dedicar a missões, atividade que sempre o atraiu e sempre esteve envolvido.

Agora, Jhonata tem um novo desafio missionário. Em agosto ele embarca para a Letônia onde se unirá com jovens de diferentes países para uma nova missão. A primeira parada para o treinamento que antecede os trabalhos de ação social e mensagens de fé acontece na cidade de Riga, capital da Letônia. Os jovens missionários, no entanto, participarão de ações em outros dois países bálticos – Estônia e Lituânia.

Membro da Igreja Batista Central de Cascavel, Jhonata tem apoio da liderança de sua denominação religiosa para o trabalho. A viagem, no entanto, é coordenada pela Jocum (Jovens Com Uma Um Missão), entidade missionária presente em mais de cem países. O trabalho é voluntário e custeado pelo próprio missionário.

Chamado missionário

Sempre participando da igreja, Jhonata lembra que desde pequeno teve uma atração forte por missões. “Quando eu era criança sempre orava pelos missionários”, lembra.

Em 2015, ele foi para uma escola de missões chamada Projeto Vida, em Curitiba. Foram duas semanas de atividades, uma de estudos e outra de impacto missionário com ações sociais e apresentações evangelísticas. “Foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer na minha vida”, relata.

Depois disso, a chama missionária que já estava presente na vida de Jhonata só aumentou. Ele não vê problemas em deixar uma carreira promissora na engenharia civil para levar mensagens de fé e esperança ao redor do mundo. Diz que ser missionário, mesmo com as dificuldades que enfrentará, é o que pretende fazer para o resto da vida. Ele lembra que deixará o Brasil para fazer missão e ações humanitárias fora do país, mas destaca que é possível fazer isso em qualquer lugar, mesmo na cidade onde a pessoa mora. “Em todo lugar tem gente que precisa ouvir a Palavra. O importante na verdade não é aonde você vai, mas se vai fazer a diferença. Que diferença faz se eu não fizer a diferença?”, indaga.

Auxílio

Jhonata vai para a missão custeado pela família e amigos que, assim como ele, são apaixonados por missões. “A obra missionária quase sempre é voluntária e custeada pelo próprio missionário”, observa. Quem quiser auxiliar financeiramente no projeto missionário pode fazer depósito no Banco Itaú,agência 6899, conta 18.314-6.