Giro político do dia 22 de maio de 2019

Sanepar na Câmara

O gerente-geral regional da Sanepar, Renato Mayer Bueno, participará da sessão da Câmara de Cascavel dia 3 de junho para falar sobre a implantação da nova captação de água no Rio São José, no Distrito de São Salvador, e sobre a ampliação do abastecimento. A Sanepar vem se tornando alvo de críticas – primeiro sobre a taxa obrigatória, segundo pela contaminação da água que teria causado surto de diarreia e depois o reajuste da tarifa (que acabou suspenso pelo Tribunal de Contas). Além disso, o presidente do Legislativo, Alécio Espínola, levantou a bandeira para municipalizar o serviço. Agora, Renato terá que responder sobre a possível contaminação com agrotóxico do futuro manancial e sobre processos de indenização de áreas que estão na Justiça.

Luz em condomínios

O vereador Sebastião Madril (PMB) apresentou indicação pedindo o fim da cobrança cumulativa de iluminação pública de quem mora em condomínios. Ele pede ao chefe do Executivo que encaminhe à Câmara projeto alterando a Lei 6.572/2015, que trata do tributo. Para Madril, deve ser incluído na lei um dispositivo que vede claramente a incidência simultânea sobre o condomínio, que rateia o custo da energia elétrica entre as unidades, e sobre a conta de luz individual de cada unidade.

Canudinhos de fora

Depois de toda discussão e polêmica na Câmara sobre a proibição de canudinhos plásticos no comércio, caberá ao prefeito Leonaldo Paranhos (PSC) decidir a bomba: sanciona ou não projeto que rendeu “repúdio” dos lojistas? Questionado a respeito, Paranhos respondeu: “Se eu tivesse o vice aqui, eu sairia só para não sancionar essa lei. Com todo respeito, na pauta de prioridades isso está longe”. Sem desmerecer a iniciativa, Paranhos alegou que há outras questões a serem discutidas e que o próprio Executivo está dando o exemplo e que trocará os copos plásticos na rede municipal por canecas personalizadas.

Santo de casa?

Para muitos, a vinda de Tiago Stefanello para o cargo da Secretaria de Saúde desprivilegiou os cascavelenses – polo em saúde. Não que falte competência, mas é que a preferência deveria ser dada a um conterrâneo. Paranhos disse que discutiu outras hipóteses, como Jorge Santos, presidente da Associação Médica, que inclusive abrirá as portas da categoria a Stefanello: “Temos vários nomes, conversei com várias pessoas. Queríamos alguém com isenção total. Todo nome cogitado já apresenta rejeição. O Tiago não tem rejeição nem aprovação. Vai depender do trabalho dele agora. Não importa para nós a situação geográfica, o importante é termos menos rejeição”.

 



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