A 16ª edição do ECCI (Encontro Científico Cultural Interinstitucional) do Centro Universitário FAG e da Faculdade Dom Bosco movimentou o câmpus na última semana. O objetivo do ECCI é proporcionar um ambiente multicultural, para que os acadêmicos desenvolvam seus talentos, além de provocar questionamentos que instigam a criatividade e a inteligência. "Neste ano tivemos mais de 1.500 trabalhos inscritos. Isso demonstra que estamos no caminho certo e que nossos alunos são os protagonistas”, esclarece a coordenadora de Pesquisa e Extensão, Aline Gurgacz Ferreira Meneghel.

O CEO da Inova Consulting, da Inova Business School e da RWear, Luís Rasquilha abriu o evento na segunda-feira (22). No mesmo dia, os acadêmicos de Engenharia Mecânica levaram um “Tubo de Rubens” para o palco, encantando o público com o fogo se movimentando conforme o ritmo da música. Na terça-feira (23), foi a vez da Digital Influencer, Shantal Abreu, falar sobre Marketing e Empreendedorismo. A parte cultural da noite ficou por conta do Show de Talentos. Na quarta-feira, o Web ativista, Gil Giardelli encantou o público com o robô Nao. Na quinta-feira (25), subiram ao palco os finalistas do concurso de oratória e, na sequência, foi a vez da poetisa e filósofa, Viviane Mosé subir ao palco para falar sobre os desafios da educação na sociedade de consumo.

A parte científica do evento também foi sucesso: foram quase 900 trabalhos aceitos no evento. "Nós temos observado que os trabalhos científicos têm crescido muito tanto em quantidade quanto em qualidade. Percebemos que os alunos têm comprado a ideia do ECCI. Muitos dos nossos acadêmicos tentam depois de formados um Mestrado, Doutorado e, com essas publicações, vão contando pontos. A Instituição ganha com isso também por ter um leque cada vez mais amplo de trabalhos", destaca o coordenador do Núcleo de Avaliação Institucional, Eduardo Madureira.