?A única rival que tenho a bater no Rio sou eu mesma. Ainda tenho muito para
melhorar. Não tiro o mérito do resto das minhas companheiras, que têm talento?,
disse à agência de notícias EFE, em maio deste ano, a saltadora Caterine
Ibargüen, especialista no salto triplo, após alcançar 15,04m em Doha, pela Liga
Diamante. Deuses do Olimpo I

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E, sem falsa modéstia, ela está coberta de razão: desde que colocou a
medalha de prata no peito em Londres-2012, perdendo o ouro para a atleta do
Cazaquistão Olga Rypakova, a colombiana Ibargüen só subiu ao degrau mais alto do
pódio em todos os campeonatos que disputou. Na capital do Qatar, foi a 32ª
vitória consecutiva.

?Estou contente por começar a temporada realizando um salto
acima dos 15 metros. Creio que no Rio vou fazer muito melhor: estou muito
centrada neste objetivo. E penso bater o recorde do mundo?, afirmou em Doha,
referindo-se a um dos mais antigos recordes do atletismo, 15,50m, da ucraniana
Inessa Kravets, em 1995. Infográficos do Atletismo

Este sonho ainda não foi atingido na Olimpíada do Rio.
Mas o treinamento duro e a concentração deram ela uma melhor marca e, ao saltar
15,17m no Engenhão, a diva do salto Ibargüen, de cima dos seus 1,80m, pode
celebrar a primeira medalha de ouro da Colômbia em uma prova de atletismo.
Caterine Ibargüen quer fazer história no salto triplo

Promessa cumprida, e ainda sem adversárias pela frente, agora é acompanhar
Ibargüen rumo ao seu sonho de ser a maior do História no salto triplo.