Dicas de como cuidar da pele de bebês e crianças

A pele das crianças é especialmente sensível às influências químicas, físicas e microbianas, uma vez que elementos externos são absorvidos mais facilmente e conseguem penetrar nas camadas mais profundas.

Mais delicada e fina se comparada à dos adultos, a pele dos bebês e das crianças exige cuidados especiais e observação constante. Embora se tenha o mesmo número de camadas na pele ao longo da vida; quando pequenos essa composição é um quinto menos espessa.

Além disso, as glândulas que produzem o suor e o sebo são menos ativas. O filme hidrolipídico, mistura da transpiração e oleosidade responsável por formar a camada protetora da pele, tem uma atuação mais fraca. Por isso, a pele das crianças é especialmente sensível às influências químicas, físicas e microbianas, uma vez que elementos externos são absorvidos mais facilmente e conseguem penetrar nas camadas mais profundas.

A atividade das glândulas sebáceas segue pequena até a puberdade, período em que ocorrem as mudanças hormonais – por volta dos 12 anos. É nesse momento que passam a surgir as diferenças entre a estrutura e o comportamento da pele dos meninos e das meninas.

“Por conta dessas diferenças, a pele das crianças não pode ser tratada da mesma forma que a dos adultos, seja em casa ou no consultório. Os cuidados incluem produtos, procedimentos e hábitos, que devem sempre ser monitorados por adultos responsáveis”, enfatiza Luciana Maluf, dermatologista e consultora de beleza da Condor.

Cuidados com produtos químicos

É importante o uso de loções e sabonetes suaves. Os sabonetes alcalinos são agressivos às peles muito jovens por removerem lipídios e causar desidratação. Também é preciso atenção ao tempo do banho, já que a água quente em períodos prolongados leva ao ressecamento. A dica é diminuir tanto os minutos de banho quanto a temperatura.

Sol: todo cuidado é pouco

“Redobre ainda os cuidados com a fotoproteção, fundamental mesmo para os adultos. A pele das crianças apresenta uma menor pigmentação e, por conta disso há maior sensibilidade aos raios UV. Mesmo com o reforço de um fator de proteção adequado, a pele da criança pode começar a queimar após cinco minutos de sol intenso. Protetores solares tidos como físicos são preferenciais e mais apropriados para essa faixa etária”, ressalta a dermatologista e consultora de beleza da Condor.

Guarda-sol, chapéu, bonezinhos e muita “sombra e água fresca” ajudam a não estragar a brincadeira. E lembre-se: evite sempre o período entre 10h e 16h.

Fonte: www.condor.ind.br

 

 



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