Canoagem, judô e handebol: Time Brasil vai ao Japão de olho nas Olimpíadas de 2020

O objetivo final de todas as modalidades é a conquista da medalha olímpica

Rio de Janeiro – A presença do Time Brasil no país-sede dos Jogos Olímpicos de 2020 está cada vez mais forte. Somente nesta semana, o Japão recebe representantes brasileiros de três diferentes modalidades: canoagem velocidade, judô e handebol. Cada uma com objetivos de curto prazo diferentes, mas com o mesmo objetivo final: a medalha olímpica no ano que vem.

Campeã mundial em 2013, a seleção brasileira feminina de handebol se prepara para tentar repetir o feito na competição mais importante do ano, que será disputada em Kunamoto de 30 de novembro a 15 de dezembro. Antes disso, a equipe treinará por dez dias na base de apoio do COB (Comitê Olímpico do Brasil) de Ota, uma das regiões da capital japonesa. Ontem (20), primeiro dia de atividades, as 18 atletas convocada por Jorge Dueñas vivenciaram alguns costumes locais, como o uso de quimonos, o ritual do chá e a música dos tambores, em cerimônia de boas-vindas organizada pela prefeitura local.

Na parte da tarde, as jogadoras tiveram o primeiro contato com a quadra onde disputam, a partir desta quinta-feira (21) a Japan Cup, torneio preparatório para o Mundial. Logo na estreia, o Brasil enfrentará a França, vice-campeã olímpica, às 5h30 (de Brasília). O país ainda jogará contra a Eslovênia na sexta e contra o Japão no sábado.

Canoagem

Enquanto as meninas do handebol iniciavam sua jornada em terras nipônicas, o treinador da equipe nacional de canoagem velocidade, Lauro “Pinda” de Souza, percorria as ruas de Tóquio ao lado da supervisora esportiva do COB, Jacqueline Godoy, para definir detalhes da logística de Isaquias Queiroz, Erlon Souza e companhia para Tóquio 2020. “Vim conhecer pessoalmente as instalações e a pista de competição e ver as condições que teremos de aclimatação antes dos Jogos Olímpicos. Foi bastante proveitoso. Conseguimos mapear as distâncias entre cada local que vamos ficar”, explicou Lauro, que pretende adotar a mesma bem-sucedida estratégia do Rio 2016 quando a equipe ficou fora da Vila Olímpica.

Judô

Ainda ontem (20), a cerca de 250 km de distância de Tóquio, a seleção brasileira de judô se preparava em Hamamatsu para a última competição da modalidade no Japão antes dos Jogos Olímpicos do ano que vem. A cidade será a base do judô brasileiro na Olimpíada Tóquio 2020 e ao longo do ciclo vem recebendo judocas brasileiros com frequência. “Agradecemos o empenho da cidade de Hamamatsu em deixar tudo preparado para a gente. Foi ótimo poder treinar nesse ambiente acolhedor”, elogiou o peso leve Eduardo Katsuhiro Barbosa (73 kg), que já morou em Hamamatsu quando criança. Além da estrutura de ginásio, hotel, transporte e alimentação adaptada, os japoneses contribuíram também diretamente no dojô, trazendo a equipe de judô da academia de polícia da Província de Shizuoka para fortalecer os treinos da seleção, que se prepara para o Grand Slam de Osaka, que será terá início amanhã (22).



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