Curitiba – A Companhia de Saneamento do Paraná alerta a população para que siga as recomendações do Ministério do Meio Ambiente em relação ao descarte adequado de lâmpadas fluorescentes. Embora elas sejam mais eficientes em relação à energia, seu descarte incorreto pode levar à contaminação de mananciais de abastecimento público de água, tanto superficiais como subterrâneos. A preocupação da empresa se torna maior porque, desde ontem, fica proibida no Brasil a venda de lâmpadas incandescentes. Estão permitidas a fabricação e a comercialização de lâmpadas halógenas com bulbo, fluorescentes compactas e as de LED.

“Com a proibição das lâmpadas incandescentes, deve aumentar a quantidade de lâmpadas fluorescentes descartadas. A lâmpada fluorescente não deve ser colocada no lixo comum nem em aterros sanitários porque possui mercúrio na sua composição, classificado como contaminante químico”, explica o diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião. Caso tenha destino inadequado, a lâmpada fluorescente pode poluir o ar, solo, lençóis freáticos, rios, animais e o homem. “Por isso, a reciclagem dos elementos dessas lâmpadas pela indústria é o melhor caminho”, completa Glauco.