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COTIDIANO

Planejamento coloca cidades da região entre as melhores do País

01 de dezembro de 2017 às 06:53
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Toledo – Planejamento para médio e longo prazo, pensar as cidades para o futuro e depender cada vez menos da administração pública enquanto poder formal. O envolvimento direto da sociedade civil organizada nos rumos da pujança, além do aparato que ambas já possuem em sua consolidação econômica e social, colocou duas cidades da região oeste do Paraná na seleta lista das 100 melhores cidades do País para se investir em negócios. Apesar dos problemas já evidenciados em infraestrutura vividos pela região, Cascavel e Toledo aparecem no ranking da Revista Exame entre as 60 melhores posições.

Cascavel é a 40ª melhor cidade brasileira para investimentos e a quarta no Estado, atrás apenas de Curitiba (7ª), Maringá (15ª) e Londrina (34ª), enquanto Toledo ocupa a posição de número 58 no ranking nacional e é a sexta no Estado, atrás ainda de Umuarama (54ª).

Elas estão à frente, por exemplo, da forte Santo André (64º) no ABC paulista, a capital de Rondônia, Porto Velho (68º), São Luis, no Maranhão (73º), e até São José dos Pinhais (99º) e Ponta Grossa (100º), uma na Região Metropolitana de Curitiba e outra nos Campos Gerias, destaques na produção industrial.

Para o presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Cascavel e também presidente da Acic (Associação Comercial e Industrial), Edson Vasconcellos, os avanços são reflexo de uma sociedade que está se organizando, pensando na educação e nos rumos do futuro sustentável. “Está cada vez mais claro que o que é preciso é depender cada vez menos da administração pública e que todos possam caminhar juntos para definir suas ações, decidirem juntos o futuro olhando para longo prazo, ouvindo da sociedade e contando com o envolvimento dela neste avanço e consolidação”, reforça.

Indicadores

Para o estudo, foram levados em consideração 28 indicadores. Cada um teve um peso conforme sua importância e atualidade, totalizando 27 pontos. Cascavel, por exemplo, somou 10,1 pontos e Toledo, 9,81. Para se ter ideia, a primeira colocada na lista, a cidade de São Paulo, totalizou 15,29 pontos.

A pesquisa considerou ainda quatro recortes voltados para desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, infraestrutura e capital humano com indicadores específicos adicionais.

Analisou-se ainda melhoria dos indicadores fiscais, somada à presença de universidades e escolas técnicas.

Obras importantes para estimular o crescimento

Para o presidente do Programa Oeste em Desenvolvimento, Danilo Vendursculo, o avanço promete levar com ele cidades menores. Para ele, tudo isso está amparado pelo desenvolvimento econômico e social puxados por setores bem consolidados, como o agronegócio.

“E em poucos anos certamente essa evolução será ainda maior, pois bandeiras importantes para a nossa consolidação estão a caminho. As tratativas para a construção de um aeroporto regional nunca estiveram tão avançadas como agora, inclusive com a declaração de área de utilidade pública para o local que deverá abrigar a estrutura. A ampliação do ramal da Ferroeste está se consolidando, resolvendo inclusive o gargalo para a descida de Guarapuava até o Porto de Paranaguá, estradas importantes estão sendo duplicadas, como o caso de dois trechos da BR-163, o Estado se mostrou parceiro para resolver os problemas no setor energético, que dificultam a expansão industrial, e em breve teremos soluções importantes de sanidade resolvidos, como a declaração de área livre de aftosa no Paraná sem vacinação”, destacou, ao lembrar que a região caminha bem para avançar ainda mais no sentido de captura de novos investimentos e investidores.

 

 

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