Cascavel – Prefeitos e prefeitas dos municípios ligados às associações de municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop) e do Oeste do Paraná (Amop) estarão reunidos em dois eventos presenciais, marcados para os dias 9 e 10 deste mês, que terão como tema a adoção de ações que garantam o desenvolvimento sustentável. Os encontros acontecem no Anfiteatro do Centro Universitário de Pato Branco e no Centro de Educação Ambiental do Iguaçu, em Foz do Iguaçu.

As reuniões fazem parte de uma série que envolve as associações de municípios de todas as regiões do Estado. Os integrantes da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) e da Associação dos Municípios de Curitiba e Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) já assinaram a Carta de Compromisso com o Desenvolvimento Sustentável das Cidades.

As iniciativas dão continuidade à determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior de apresentar as estratégias e soluções em apoio aos gestores municipais para a implementação da Agenda 2030, da ONU, e o alcance das metas e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

O Serviço Social Autônomo Paranacidade, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas e responsável pela operação dos recursos autorizados pela pasta para obras e aquisições de máquinas e equipamentos voltados para o desenvolvimento urbano, estará presente com a apresentação da palestra “Instrumentos para o Desenvolvimento Urbano Sustentável Vinculados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”.

 

De acordo com Geraldo Luiz Farias e Maristela Muller, do Escritório Regional de Cascavel do Paranacidade, responsáveis pelo conteúdo, todos os municípios das duas associações já formalizaram o termo com o Governo do Estado e assumiram o compromisso com a Agenda 2030 e seus ODS e, a partir de agora, passam a conhecer e a implementar ações de acordo com padrões que as vinculam à sustentabilidade.

Na prática, significa adaptar ou incluir em projetos de obras ou na prestação de serviços questões que revelam a responsabilidade em relação ao respeito ao meio ambiente, à criação de oportunidades, à menor emissão de poluentes e promoção de cidades inclusivas e igualitárias.

Essa postura trará diferenças conceituais tanto no planejamento e na execução de obras quanto no aproveitamento dos espaços públicos. “Uma obra de pavimentação sustentável inclui os equipamentos de drenagem das águas pluviais, de acessibilidade, do transporte multimodal, de padrões urbanísticos com área ajardinadas (que também auxiliam na drenagem) e em relação ao meio ambiente com o plantio de árvores”, explica Geraldo.