COTIDIANO

Após duas paralisações, ano letivo seguirá até fevereiro de 2016

23 de junho de 2015 às 14:11
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Cascavel – As duas greves de professores da rede estadual de ensino, deflagradas nos meses de fevereiro e abril, resultaram em pouco mais de 45 dias de paralisação. Segunda-feira (22) foi o último dia para que os NREs (Núcleos Regionais de Educação) entregassem à Seed (Secretaria Estadual de Educação) as datas de reposição das aulas.

Com a nova reestruturação do calendário escolar, o ano letivo irá acabar apenas no dia 25 de fevereiro de 2016, cerca de 40 dias após o previsto – 16 de dezembro – caso não houvessem as paralisações.

Não são todos os colégios que terminarão as aulas no mesmo período, já que alguns professores, mesmo com as paralisações, não aderiram ao movimento grevista, e outros de forma parcial. Além disso, há aqueles que permaneceram quase dois meses fora da sala de aula.

“Por isso, é preciso analisar individualmente cada colégio, cada disciplina para não prejudicar o aluno e poder repor todos os conteúdos”, explica a chefe do NRE de Foz do Iguaçu, Ivone Muller.

O Núcleo de Foz jurisdiciona nove municípios, 65 colégios estaduais e aproximadamente 50 mil alunos. A previsão é de que as aulas sigam até o fim de fevereiro e início de março, sem reposição aos sábados e o recesso de duas semanas em julho.

O mesmo ocorre entre as 18 cidades de abrangência do NRE de Cascavel. Até o começo da tarde de ontem nem todos os colégios entregaram o novo calendário. Apesar disso, o Núcleo já adiantava as novas datas, descartando também aulas aos sábados nos municípios que necessitam do transporte escolar rural.

O NRE de Toledo informou que os novos calendários são propostas iniciais e devem passar por ajustes nas próximas semanas, com a possibilidade também de aulas até fevereiro e início de março nos colégios que participaram da greve.

(Com informações de Marina Kessler)

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