Muito se ouve, pensa e analisa sobre forças e fraquezas. Na vida pessoal e na vida corporativa é muito comum. Lembro perfeitamente da disciplina que por anos ministrei na faculdade de administração, sobre análise SWOT do negócio e carreira.

Que tal pensar novamente, porém refletindo da seguinte forma: se você deseja ter uma força brutal, experimente acolher primeiro a sua melhor fraqueza.

Direto da fonte, no sermão da montanha, Jesus diz que sejam abençoados os de espirito pobre, que se refere a aqueles que clamavam pelo auxílio de Deus, assim como os mansos, conectando aos que confiam em Deus e entregam sua autoridade a ele. Somo aos que tem fome e sede, que remetem ao desejo fervoroso de justiça.

Temos nossos fracassos, nossas rejeições, as nossas dores e limites estabelecidos de forma consciente e também na inconsciência.

Muita gente ama um vencedor, mas é fato que o vencedor é quem vence o tempo todo, mas quem enxerga o próprio sofrimento como um presente, eu mesmo explico, nos processos, palestra e treinamentos de bioliderança® que o caos é libertador.

Você conhece alguém cuja vida é só de alegrias? Se tivéssemos uma vida assim, seríamos tão soberbos quanto o próprio demônio. Então, me arrisco a concordar com um psiquiatra que disse certa vez: “bem aventurados somos nós, que nos ferramos”.

Carregar com muito amor, as nossas derrotas é vital. Ao invés de temê-las, que mostrará covardia em nosso comportamento.

Temos a obrigação, de não nos deprimirmos ao bater de frente com nossas fraquezas. Nossas limitações não servem para rebaixamento e sim, para dar forma.

Fazendo isto, a nossa vida preenche outro colorido: Da fraqueza e vergonha para serviço e força. Neste texto, quero contribuir para sua interpretação a respeito dos seus sofrimentos. São encarados com soberba ou humildade?

É bem melhor transformar nossas limitações em trampolins para o desenvolvimento. Há de fato, um presente divino em cada fracasso, em cada limitação que temos.

Imagine como seriam os indivíduos que já são soberbos, mesmo com muitos fracassos e fraquezas. As limitações que temos, servem para nos dizer que não somos autossuficientes e que de veras, necessitamos de ajuda do outro.

É possível chorar de alegria quando nos lembramos de nossos limites? Sim, quando trocamos o sentimento de autopiedade por amor. Um exemplo pode ser medido quando você se depara com um vício que já imaginava ter superado. Qual a sua postura diante disto?

Desespera-se ou recomeça a lutar contando com ajuda?

E numa roda de amigos, você percebe que não chama a atenção de ninguém sobre nada. Como você reage? Fica ressentido por não ter histórias pra contar ou esquece o seu umbigo por um momento e alegra-se com as qualidades dos outros?

No trabalho, quando você percebe que anda errando numa tarefa. Você continua fazendo errado, culpando quem colocou você para fazer ou busca orientação sobre a melhor forma de fazer?

Vamos lembrar que a soberba do homem irá derrubá-lo e a humildade de espírito encontra a honra.