Economia paranaense iniciou 2020 com indicadores positivos

brasileira de 2014-2016. Em relação ao turismo, que é avaliado está dentro da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o acumulado do bimestre apontou variação positiva de 4,2% no Paraná.

Os números bimestrais da indústria, do comércio e do setor de serviços apontavam otimismo para o Paraná em 2020. A supersafra do agronegócio com 41,2 milhões de toneladas (2ª maior da história) completaria a cadeia de produção e consumo e os investimentos públicos nos municípios estavam assegurados na faixa de R$ 9 bilhões.

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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até fevereiro a produção industrial paranaense cresceu de 3,1%, sexto maior índice do País; o comércio varejista paranaense subiu 3,4%; e o turismo evoluiu 4,2% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Confira os últimos números da economia antes do coronavírus:

INDÚSTRIA – A produção industrial paranaense cresceu 3,1% no primeiro bimestre (janeiro e fevereiro) de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF).

As maiores evoluções foram registradas na produção de derivados de petróleo e biocombustíveis (20,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,4%), alimentos (8,1%) e móveis (6,4%).

O crescimento nos dois primeiros meses de 2020 esteve entre os melhores do País. Nesse índice, apenas nove locais pesquisados pelo IBGE apontaram variação positiva, enquanto o acumulado nacional ainda é negativo, de -0,6%.

COMÉRCIO – O comércio varejista paranaense cresceu 3,4%, mesmo índice do País, no acumulado do primeiro bimestre. O resultado também é positivo em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, de 4,2%, e em fevereiro em relação a janeiro, de 1,8%. Os dados são do volume de vendas ampliado, que engloba as vendas de materiais de construção e veículos, da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).

Somando janeiro e fevereiro, houve aumento na venda de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (9,4%), combustíveis e lubrificantes (8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,1%), veículos, motocicletas, partes e peças (4,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas (2,4%).

SERVIÇOS – O setor de serviços caiu 0,9% no acumulado do bimestre no Paraná – 14 unidades da federação registraram números negativos no setor. Os serviços ainda vinham sofrendo reflexo dos níveis insatisfatórios da demanda interna, posteriormente à crise brasileira de 2014-2016.

Em relação ao turismo, que é avaliado está dentro da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o acumulado do bimestre apontou variação positiva de 4,2% no Paraná.

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