O terceiro Levantamento de Índice Rápido e Amostral (LIRAa) obteve um índice de infestação de 1% em Cascavel, considerado médio risco, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde.
Durante três dias, os agentes visitaram 4.358 imóveis e localizaram recipientes com larvas do mosquito da dengue.
Os focos estavam em lotes baldios onde é comum o despejo irregular de lixo, mas também no interior das residências.
“É sempre um desafio o combate ao Aedes. Mesmo com a pandemia, o enfrentamento ao mosquito é prioridade e, mais do que isso, é necessário conscientizar a população que a dengue ainda mata”, reforça Clair Wagner, Gerente Vigilância em Saúde Ambiental.
O Mapa da Dengue, como é chamado o LIRAa, servirá de instrumento fundamental para o controle do mosquito Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas pelos agentes, o controle de endemias identificou os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas.
No extrato 7, onde estão os bairros Angra dos Reis, Esmeralda, Siena, Santos Dumont, Aeroporto, Guarujá, Vila Dione, Quebec, XVI de Novembro, Itapuã, e Santa Felicidade, teve o maior número de focos.
 “Precisamos que mesmo com o frio os moradores continuem vistoriando os terrenos e recipientes dentro de casa”, alerta Clair.
No boletim de arboviroses de Cascavel, divulgado nesta semana, a cidade confirmou 127 casos de dengue, entre julho de 2020 até 12/06/2021.