Acostumados com um terminal na porta de casa, agora, para embarcar nos ônibus do transporte público, moradores do Bairro São Cristóvão, em Cascavel, precisam caminhar um pouco mais.

Desde que o Terminal Leste foi desativado, a reclamação que predomina é a falta de linhas pelas principais ruas do bairro. “Está difícil conseguir embarcar no lotação e em um dos pontos aqui perto o ônibus só passa a cada 40 minutos”, reclama a dona de casa Iracema Gomes.

Dificuldades no transporte coletivo também são observadas pelo aposentado Enori Stratmann: “Para ir à Farmácia Básica só caminhando 14 quadras até chegar ao Terminal Leste e embarcar na linha que segue até o Brasília”.

Morador do São Cristóvão desde a década de 1970, ele chegou ao bairro quando nem mesmo havia energia elétrica. Reconhece os avanços, mas ressalta que há necessidade de melhorias. Uma delas, em frente à própria casa, na Rua Cartola. “A rua é muito estreita e em horários de pico o trânsito fica complicado, principalmente com a saída de crianças do Cmei e de pessoas que precisam ir ao posto de saúde”, conta Enori.

O morador sugere que o Município faça um estudo para ampliar a rua: “Nem mesmo o caminhão do Corpo de Bombeiros consegue passar por aqui”.

Com falta de vagas para estacionar, motoristas até se arriscam e param os veículos em locais que não permitidos.

Lazer

Iracema Gomes gostaria que a prefeitura investisse em uma nova ATI (Academia da Terceira Idade) e até sugere o local: “Ao lado do ginásio temos uma espaço bom que poderia ser aproveitado”.

Outra reivindicação é para revitalização do salão comunitário, na Rua Osvaldo Silvestre Matias. “Está abandonado e precisamos de reforma”.

Na área da saúde ela espera que o atendimento seja ampliado na UBS. “Precisamos enfrentar fila às 2h da madrugada sem ter a garantia de conseguir consulta. Idosos passam por essa dificuldade e isso não pode continuar assim”.

 

PRÓXIMA REPORTAGEM DE BAIRROS

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