Sem solução: Ossadas seguem “incógnitas”

Além da identificação, não há também qualquer suspeito dos possíveis crimes relacionados a elas

A Polícia Civil ainda não sabe de quem são as duas ossadas encontradas nos últimos meses em Cascavel. Além da identificação, não há também qualquer suspeito dos possíveis crimes relacionados a elas.

A primeira ossada foi encontrada enterrada em um terreno no Bairro Interlagos. Uma fossa estava sendo aberta no local e durante as escavações a ossada foi encontrada pelos trabalhadores.

Os ossos estavam enrolados em um tecido e, de acordo com as primeiras análises, estariam no local havia anos. O material foi encaminhado para Curitiba, onde a perícia deve ajudar a identificar a vítima, sexo, idade e causa mortis, contudo, até o momento, não houve resultado das análises nem evolução na investigação do caso, de acordo com a Delegacia de Homicídios.

A ossada encontrada há pouco mais de um mês, no dia 7 de junho, em uma área de mata próxima à PR-180, a cerca de 10 km da BR-277, também permanece um mistério.

O material foi enviado a Curitiba e aguarda perícia para identificação da vítima e causa da morte, já que foram encontrados indícios de suposto suicídio. Ao lado dos ossos havia uma mochila, com roupas e acessórios masculinos, o que levou a polícia a acreditar se tratar de um rapaz.

Pela data de vencimento de uma garrafa de refrigerante encontrada no local, a polícia acredita que a morte tenha acontecido há pelo menos dois anos. Até agora, ninguém sabe mais do que no dia em que os ossos foram encontrados.



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