Santa Catarina foi o 2º estado brasileiro na corrida contra a crise econômica

Dados da Federação das Indústrias de Santa Catarina apontam que o local soube gerir bem a recessão que se iniciou em 2014

Um dos estados que mais atrai turistas do país e do mundo, servidos, principalmente, pela Viação Catarinense, quando se trata de deslocamentos internos, Santa Catarina também se destaca pela maneira como administrou seus recursos para se recuperar da crise econômica que assolou o país a partir de 2014.

BRDE 3

Além de se esforçar para manter o equilíbrio das contas públicas, o setor privado do estado investiu na economia local para ajudar a minimizar os impactos negativos da crise. A previsão é, inclusive, que, este ano, a economia volte a se reaquecer em todo o país e, principalmente, em Santa Catarina.

Recentemente, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) destacou que o estado de Santa Catarina foi o segundo a superar o nível de atividade econômica pré-recessão, de acordo com dados do IBCR — que é um índice apurado pelo Banco Central e dá uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

O site NSC Total destacou que o presidente da instituição, Mario Cezar de Aguiar, apontou que, em setembro de 2019, três estados superaram as atividades que eram anteriores à crise econômica: Pará, Santa Catarina e Goiás. O executivo disse ainda que acredita que a maioria dos estados deve sair da crise neste ano, e que isso fará o país se tornar mais competitivo e voltar a exportar com intensidade.

Diferenciais do estado

Segundo a reportagem, Santa Catarina tem taxa de desemprego de 5,8% — índice que é considerado baixo no país. E até isso acabou ajudando o estado, uma vez que a falta de emprego formal fez com que muitas pessoas resolvessem empreender. Em 2019, foram 140 mil novos CNPJs emitidos no estado catarinense.

Com novas empresas surgindo, aumenta-se a arrecadação e a força econômica, fazendo com que produtos e serviços sejam oferecidos a valores mais competitivos e, consequentemente, garantindo o consumo por todas as classes sociais.

A reportagem destaca também que alguns fatos ajudam a manter a economia equilibrada, como não ter grandes multinacionais que enviam os lucros para fora do Brasil ou empresas do ramo petroquímico, que são mais voláteis. Outro ponto positivo destacado é o estado ser um polo logístico com cinco portos.

Viação executiva

O reaquecimento econômico ajuda também a malha rodoviária do estado a se desenvolver e a expandir suas opções de serviços, aumentando também a oferta de emprego. Também é uma opção para os empreendedores que querem romper a fronteira do estado e desejam ampliar negócios pelo Brasil sem ter que gastar muito com os deslocamentos e sem abrir mão do conforto.

Algumas empresas rodoviárias também contam com um serviço especial para os empresários: o fretamento de ônibus para levar e trazer funcionários para outras cidades, garantindo que as indústrias funcionem adequadamente e que os profissionais mantenham seus empregos.

Elas também disponibilizam aluguéis de veículos para excursões e viagens corporativas. Esse tipo de serviço é importante para congressos, encontros anuais, convenções e outras ocasiões que demandam o deslocamento de um grande número de pessoas para um mesmo local. E o mais bacana é que as estratégias do encontro podem começar a ser transmitidas já durante a viagem.

Com a previsão da retomada de crescimento econômico nacional, também são esperados aumentos nas viagens, principalmente as corporativas. Por conta do aumento do custo do combustível e das passagens aéreas, viagens curtas dentro do estado ou para localidades vizinhas acabam sendo mais vantajosas em ônibus leito, que também oferecem conforto e praticidade.

 

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JK

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