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COTIDIANO

Salas servem de laboratórios da ciência

04 de dezembro de 2017 às 09:42
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Foz do Iguaçu – As salas de aula da Escola Municipal Monteiro Lobato, do bairro Porto Belo, em Foz do Iguaçu, sofreram uma transformação radical: uma delas, por exemplo, virou o universo. Em outra, era preciso atravessar por uma língua para entrar. E ainda tinha espaço com insetos, como aranhas gigantes e também belas abelhinhas. Tudo foi preparado para a Feira de Ciências da escola, que tinha como tema “Qualidade de Vida”.

A mostra é resultado de cinco meses de um projeto-piloto desenvolvido em uma parceria entre o Parque Tecnológico Itaipu, a Prefeitura de Foz do Iguaçu e a Fundação Banco do Brasil. A iniciativa promove a capacitação dos professores na metodologia do ensino por investigação, que propõe o aprendizado de ciências de uma forma mais lúdica e experimental.

Enquanto os professores estão na formação, que é viabilizada por meio da Estação Ciências do PTI, uma equipe de bolsistas realiza atividades práticas com os alunos. A Feira realizada na sexta-feira à tarde, que reuniu cerca de 500 alunos da escola, pais, professores e demais interessados, é um dos objetivos desse projeto, que terá continuidade até o final do primeiro semestre de 2018.

Com os pés e as mãos agitadas, mas muito segura do que falava, Daniele Sibele, de 9 anos, explicava, com a ajuda de uma maquete, a diferença entre um terreno limpo e um terreno sujo, onde podem se instalar mosquitos transmissores do vírus da dengue. “Dá vontade até de chorar quando a gente vê isso”, comentou ela, sobre o terreno sujo. “A gente tem que cuidar cada vez mais do nosso meio ambiente, porque a gente fica cada vez mais feliz com o nosso ambiente limpo”, reforçou.

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