Foz do Iguaçu – O primeiro boletim da dengue referente ao ciclo epidemiológico que se iniciou em 1º de agosto passado foi divulgado nesta semana pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) e os dados geram um alerta para a região oeste.

Das dez confirmações em todo o Paraná nesse período, metade está no oeste. Quatro são da 9ª Regional de Saúde de Foz do Iguaçu, onde todos os registros foram autóctones, ou seja, contraídos no município de origem (dois em Foz, um em Matelândia e um em São Miguel do Iguaçu). Um caso foi na 20ª Regional de Saúde de Toledo, catalogado como importado registrado em Guaíra.

Além dessas duas regionais, há registro de um caso importado e um autóctone em Londrina, um também autóctone em Paranavaí e dois importados na Região Metropolitana de Curitiba.

Das 586 notificações suspeitas no Estado, 142 são da região, sendo 111 na região de Foz, 17 na de Toledo e 14 na de Cascavel, onde não há confirmação da doença nesse ciclo. A maior parte dos casos suspeitos ainda aguarda resultado laboratorial para confirmação ou descarte, revela o boletim.

Outro aspecto que chama a atenção é que, apesar de não haver casos confirmados de febre chikungunya, existem 11 notificações suspeitas em todo o Estado e cinco estão no oeste do Paraná sendo três na 10ª Regional de Cascavel (duas na cidade de Formosa do Oeste e uma em Cascavel) e duas na 20ª Regional de Saúde de Toledo (uma na cidade de Palotina e uma na de Guaíra). Quanto ao zika vírus, dos quatro casos suspeitos no Paraná, dois são na região, ambos na Regional de Cascavel.

A boa notícia é que não há registros de morte em decorrência das doenças transmitas pelo Aedes aegypti no atual ciclo epidemiológico nem na região nem no Paraná.