A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Subseção de Cascavel, no último dia 17, por meio da Comissão de Métodos Alternativos de Resolução de Conflitos, realizou a 1° Edição do Prêmio Cidadão da Paz, com objetivo de reconhecer o empenho de cidadãos, empresas e entidades que se destacaram na ajuda ao próximo e na propagação da paz em nosso município. O projeto Combate à Violência Contra Mulher: Aspectos Físicos e Psicológicos do Centro Universitário de Cascavel – Univel, foi premiado na categoria Educar.

O projeto é realizado desde o ano de 2017 e surgiu com o intuito de unir acadêmicos para atuar na realização de ações de conscientização em ambientes escolares, empresas e entidades, acerca da agressão que é a violência contra a mulher e demonstrar os efeitos jurídicos e psicológicos que o agressor pode arcar em relação à Lei Maria Penha.

Para a coordenadora do projeto, Dra. Caroline de Cássia Francisco Bosi Velasco, o reconhecimento pelo trabalho realizado foi uma oportunidade para perceber que o projeto carrega consigo uma missão valiosa, que é melhorar a sociedade. “O projeto conta com a participação dos acadêmicos de todos os cursos, porque é um trabalho de cidadania e que diz respeito a todas as áreas do conhecimento. Os participantes doam o seu tempo e vão para as comunidades, escolas e instituições. Agradeço de coração a OAB Cascavel pelo reconhecimento e me sinto orgulhosa de receber esse prêmio e de perceber que isso é uma missão que a gente tem dentro de nós e que esse reconhecimento nos traz essa lembrança. Agradeço também a cada participante do nosso projeto e em especial a Univel que nunca poupou esforços para nos apoiar de todas as formas”, declara Caroline.

Para a egressa do curso de Direito da Univel, Isabela Ferrari, que participou do projeto como acadêmica e segue participando do projeto, através das atividades e ações desenvolvidas foi possível conhecer histórias, conscientizar e fazer a diferença na vida das pessoas. Para ela, como participante, receber o prêmio deixou ainda mais claro a importância das ações desenvolvidas. “Participo do projeto desde 2017, ano que ele teve início. Comecei como acadêmica e hoje permaneço nele como egressa. Participar desse projeto é ver que podemos fazer a diferença, por menor que seja. Durante esses cinco anos conhecemos muitas pessoas e ouvimos muitas histórias. Percebemos que em cada lugar que vamos conseguimos deixar nosso recado e nossa conscientização. Esse prêmio só veio pra deixar ainda mais claro pra gente a importância de não desistirmos desse projeto. Só tenho que agradecer a OAB pelo reconhecimento e dizer que continuaremos firmes no nosso propósito: o combate à violência contra a mulher!”, ressalta Isabela.