Saúde

O que você precisa saber para enfrentar a flacidez

Adotar atitudes saudáveis e investir em tratamentos potentes ajudam a enfrentar o problema

O que você precisa saber para enfrentar a flacidez

Com o envelhecimento natural e o abuso do sol, é comum que as pessoas se deparem com o problema da falta de elasticidade cutânea, que deixa rosto, colo e pescoço com aparência envelhecida e flácida, mas acomete também o corpo, que perde firmeza mais comumente em áreas como coxas, abdômen, flancos e braços. “A flacidez pode ser dividida em duas categorias: muscular e dérmica. A muscular é causada pela falta de exercício físico e alimentação inadequada, o que reduz a massa muscular, diminuindo a firmeza da pele. Já a dérmica, ou tissular, pode ser provocada por fatores naturais, como a exposição em excesso ao sol, maus hábitos como cigarro e alimentação inadequada ou fatores genéticos e hormonais. Em ambos os casos, adotar atitudes saudáveis e investir em tratamentos potentes ajudam a enfrentar o problema”, afirma o médico Abdo Salomão, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

No geral, de acordo com o médico, o problema começa a surgir a partir dos 40 anos, mas se o jovem tiver flacidez, ele pode ter exagerado na exposição à radiação ultravioleta, uma vez que o sol enfraquece as fibras de sustentação da pele.

Como reagir ao problema

Mas é possível enfrentar o problema, principalmente contando com um plano de ação poderoso, capaz de garantir uma pele saudável, bonita e ponta firme. Quer saber como? O dermatologista Abdo Salomão explica:

Avaliação nutricional: é o básico, o princípio de tudo. “É importante consultar uma nutricionista para elaborar um cardápio rico em proteínas magras e alimentos funcionais. As proteínas são ricas em colágeno, substância que ajuda a manter a elasticidade da pele, e como têm menos gordura, ajudam o organismo a construir massa magra, auxiliando na tonificação dos músculos”, afirma. Já os alimentos funcionais possuem propriedades antirradicais livres, aumentando a resistência da pele e contribuindo para o aumento do tônus muscular.

Prática de exercícios: aliado importante, os exercícios físicos estimulam nossa pele a lidar melhor contra os radicais livres, ao mesmo tempo em que estimula fibroblastos e elastina. “Isso torna nossa pele mais elástica e menos flácida”, conta médico. Além da musculação, o pilates e as artes marciais podem ser praticados para enrijecer mais o músculo e a pele.

Análise laboratorial: é importante para descartar qualquer deficiência ou alteração hormonal. A diminuição de estrogênio, por exemplo, comum na menopausa, é uma das causas da flacidez dérmica.

Tecnologia para firmar a face: a tecnologia DermAction é um ultrassom microfocado que, em apenas uma sessão, promove melhora significativa no aspecto da pele facial, por causa do estímulo de produção de colágeno.

Tecnologia para firmar o corpo: a novidade é Total Sculptor, único aparelho que associa o ultrassom macrofocado, que trata gordura e flacidez, com a radiofrequência multipolar para flacidez. São necessárias no máximo duas sessões de ultrassom (a cada três meses) e quatro sessões quinzenais com a radiofrequência.

Suplementação: por fim, dependendo do caso e da idade, é possível incluir na dieta substâncias ricas em ativos antioxidantes e antiglicantes, cuja ação evita a degeneração das fibras de ancoragem de colágeno e elastina. Entre elas, destaque para Exsynutriment, Glicoxyl, Resveratrol, In.Cell, Curcumina e Fosfolipídeos do Caviar.

Fonte: www.lmglasers.com.br