POLICIAL

Com custo de R$ 25 mil, pistolas de choque estão paradas há um ano

22 de junho de 2015 às 10:36
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Cascavel – As 50 pistolas Taser entregues pelo governo federal à Secretaria Antidrogas de Cascavel no ano passado permanecem inutilizadas até hoje. Os dispositivos elétricos, que tiveram um custo de aproximadamente R$ 25 mil, deveriam ter sido repassados à Guarda Patrimonial e à Polícia Militar para apoio ao programa Crack é Possível Vencer.

No ano passado um grupo de 34 policiais e guardas chegou a fazer um treinamento intensivo, com duração de um mês, para o uso dos equipamentos.

O secretário Antidrogas, Eugênio Rosseti Filho, comenta que além da burocracia para a liberação das armas de choque elétrico, o governo federal não cumpriu todo o apoio previsto e por isso houve um atraso no programa de utilização das armas.

“Os próprios suportes para uso das pistolas chegaram com quatro meses de atraso. Também esperávamos liberar as pistolas, junto com o funcionamento do micro-ônibus de monitoramento, no entanto não recebemos as 20 câmeras que deveriam ser instaladas na cidade para o registro das imagens e, por isso, o veículo também permaneceu seu uso”, explica.

Segundo o secretário, a expectativa é de que as pistolas sejam liberadas no próximo mês.

A intenção é de que os dispositivos sejam disparados em situações suspeitas de tráfico e quando houver necessidade de segurança para imobilizar algum indivíduo usuário de droga.

(Com informações de Romulo Grigoli)

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