
Brasil - Está nas páginas de edição passada deste nosso O Paraná a confirmação – através de nova série de documentos – das denúncias do ex-deputado Federal Evandro Rogério Roman contra atos de corrupção – segundo ele – praticados pelo ex-prefeito de Cascavel Leonaldo Paranhos. Quando a maioria pensava que Roman iria recuar das gravíssimas denúncias que disparou contra o, hoje Secretário de Turismo do Paraná, eis que ele volta à carga, ratifica tudo o que acusou através de documentos que estão na Justiça, reforçando e reafirmando tudo o que já havia revelado à opinião pública. Trata-se de mais um novo e volumoso dossiê e, como Roman foi, no passado, além de Deputado Federal um excelente árbitro da elite do futebol brasileiro, diplomado e credenciado pela Fifa, nessas renovadas acusações age como um árbitro convicto sobre o que marcou – como se num campo, dentro da área, algo como a ocorrência irrefutável de pênalti indiscutível, que ele revela estar seguro de si, de sua avaliação, sem necessidade de VAR e que, fosse realmente essa metáfora um lance de futebol, já teria erguido o cartão vermelho contra seu acusado. Mas, nesse caso – e na vara da justiça – será necessário o julgamento de um juiz “de direito”, haja vista que Rogério Roman se trata de um “juiz de fato” – devido à circunstância do futebol, mesmo porque, o caso de Paranhos, apontado por Roman, nada tem a ver com o futebol e, sim, com comportamento moral, honestidade, escrúpulos e de princípios que terá julgamento do Tribunal. Afora isso, o que a opinião pública viu até agora foi tão somente as acusações de Rogério Roman, já que Paranhos, ex-condenado e atual Secretário – “apenas ameaçou” apresentar provas contrárias em sua defesa. “Apenas ameaçou” que faria de público, mas que, na realidade… Nada provou em contrário… Até agora.
GRIFE
(João Destro) – Se os irmãos donos da TV Tarobá, que já deixaram transparecer interesse em vender a empresa e tendo transferido seus domicílios familiares para outras cidades – (Campinas, São Paulo e Londrina) enfraquecendo em sua origem a necessária empatia que o ramo requer, por que não lembrar do empresário João Destro, cascavelense… De forte inclinação bairrista, que sempre se demonstrou dedicado ao extremo por Cascavel e região e, por que não tentar estimulá-lo ao negócio? A empresa voltaria a se envolver naquela – hoje apagada – “simbiose” – essência acariciante, respeitosa e poética que outrora conviveu junto à opinião pública. Quem sabe João Destro, identificado como empresário de lances respeitáveis, aceita mais essa e a tevê volta a ser “a cara de Cascavel” que sempre foi? Temos o exemplo da RPC… Exemplo de notável contorno, fixação e identificação. “Negociou-se, entre si”, sem perder o charme que a mantém íntima da área à qual pertence e, com isso, mantém cultivados seus respeitáveis valores em uníssono. A propósito: A Coluna não consultou previamente o empresário João Destro sobre a sugestão.
FOLHETINS

Não adiantou alertamos o setor responsável em Cascavel – segundo consta, identificado como IAP. – U m, dos urubus alojados na churrasqueira, no alto de um edifício, despencou. E caiu sobre cercas elétricas. Veja nas fotos atristeza do resultado.
Chegou ao Brasil o “MILAGRE DAS CANETAS”. Por enquanto, sob um preço “extravagante – do fabricante0 – elas prometem “curar diabete e baixar gorduras”. Seguimos esperando uma manifestação oficial do Ministério da Saúde. Virá?
MESA DE BAR
Chico Anízio manda avisar lá do além: Esperem… Vão criar e chegará aí, brevemente, “as canetas contra rugas”. E, quem sabe inventarão também “as canetas-viagras”, que motéis poderão disponibilizar aos clientes, em seus apartamentos. Quem sabe até mesmo em “efeitos psicológicos”. Bastará uma “picadinha” para – embora caro – longo período de sucesso e prazer.
– Garçom… Mais uma gelada, por favor.