A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (16), para cumprir ordens judiciais contra suspeitos de crimes envolvendo crianças e adolescentes. A ação ocorre simultaneamente em Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina, Paranaguá e Ponta Grossa.

Os policiais civis têm a missão de cumprir 12 mandados judiciais,  sendo sete de prisão, quatro de busca e apreensão e um de apreensão contra um adolescente infrator.

OPERAÇÃO ACALENTO

A ação da PCPR faz parte de uma operação nacional, denominada “Operação Acalento”, coordenada e pela Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério da Justiça. O objetivo é inibir crimes contra crianças e adolescentes no Brasil.

AÇÕES

Desde o dia 4 de junho, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional das Crianças Inocentes Vítimas de Agressão, a PCPR realiza diversos tipos de ações para coibir crimes desta natureza.

Vinte pessoas foram presas durante as ações realizadas. A PCPR ainda instaurou e concluiu inquéritos, além de encaminhar medidas protetivas de urgência.

Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, as polícias civis e secretarias de Segurança Pública dos estados cumprem, na manhã desta sexta-feira (16), 374 mandados de prisão, em todo país, em uma operação de combate a crimes de violência contra crianças e adolescentes.

A operação Acalento ocorre em 1.047 municípios, nos 26 estados e no Distrito Federal. Até a publicação dessa reportagem, o número de presos não havia sido divulgado.

A investigação teve início no dia 4 de junho e, segundo o ministério, foi desencadeada após a morte de Henry Borel, no Rio de Janeiro. O menino de quatro anos morreu no dia 8 de março, segundo a polícia, em consequência de agressões cometidas pelo ex-companheiro da mãe, o ex-vereador Dr. Jairinho.

Desde então, as forças de segurança atenderam 16 mil vítimas no país e prenderam cerca de 800 suspeitos de agressão.

O objetivo, segundo a pasta, é “coibir todo tipo de violência”, como maus-tratos, exploração sexual e tortura. Ao todo, 6.400 agentes estão nas ruas.

Com informações Polícia Civil e G1