QUE VENHA A NÓS O QUE ERA BOM

Cascavel e Paraná - Abrindo a Coluna neste fim de semana para relembrar um tema que vem nos estimulando propagar há algum tempo, mas que, infelizmente, não sensibiliza AQUELES QUE DEVERIAM SE TOCAR – MAS NÃO O FAZEM – ou seja, tratar com respeito as finanças da Prefeitura de Cascavel. Junte-se às denúncias feitas e repetidas do ex-deputado Evandro Roman às demais denúncias em reportagens deste nosso O Paraná, para tornar-se algo como imperioso nos dias de hoje – um costume salutar do passado – que vem a ser os conhecidos, antigamente, “Borderaux semanais” em torno dos gastos – hoje grande parte questionáveis – da administração pública. Eis aqui, nesta despretensiosa Coluna, MAIS UMA VEZ – cópia do que praticavam os prefeitos anteriores de Cascavel. Os gastos eram monitorados – acompanhados pela Sociedade e, como não havia nada a esconder, o departamento competente de então elaborava o expediente, enviando-o em seguida para à imprensa que, por sua vez, repassava à opinião pública. A última informação através de reportagem deste O Paraná revela que estão faltando justificativas de parte do ex-prefeito Leonaldo Paranhos para gastos que ascendem a 54 milhões. Tivéssemos as informações de gastos através do método aqui sugerido, certamente estaria lá a explicação sobre “onde foi aplicada essa dinheirama”. Teríamos sabido também sobre uma série de outros gastos praticados a cada dia, inclusive, em final de cada mês, sobre “aluguéis milionários” que – dizem não poucos – são canalizados para proprietários não revelados, de prédios alocados pela prefeitura quando da gestão Paranhos, mas que hoje continuam não se justificando e muito menos correspondendo às cifras “monstruosas”. Se o atual prefeito Renato Silva está isento de responsabilidades de certas negociatas praticadas no passado, que atenda de público essa necessidade de informação para inocentar-se dessa violência. A Coluna repete: Está aqui, publicado mais uma vez – o modelo praticado no passado com tanta lisura, como afirma aquela expressão popular, muito citada em inúmeras ocasiões, que era: “Para quem não tem rabo preso”. Aliás, o modelo aqui sugerido estende-se à outra ideia… A da Prefeitura praticar o mesmo critério em relação ao passado – e seus gastos – colocando também em borderaux, os gastos de cada mês da gestão do ex-condenado… hoje “Secretário”, com contas a ajustar diante de tantas denúncias. 

GRIFE 

Leitor lembra bem… Se o caso Toffoli fosse no Japão – onde há vergonha – acabaria em suicídio

MESA DE BAR 

Os Trombadões de hoje são aqueles “que ontem” pregavam que Malluf é que era ladrão. 

– Garçom… Mais uma gelada, por favor!!