Você também julga?

Fomos ensinados a julgar o tempo todo, julgamos, até falamos mal dos outros e depois nos culpamos.

Somos todos iguais e a primeira condição para a vida fluir é o respeito por si mesmo e para com o outro, independente de qual o contexto que o outro experimenta. Diante do todo, somos todos Divinos na nossa essência, todos!

Aqui não existe bom ou ruim, certo ou errado, aceitar ou não aceitar, ser a favor ou contra. Qualquer um desses posicionamentos é julgamento e gera exclusão. Exclusão viola um princípio Sistêmico básico, o Pertencimento.

A vida e as escolhas de cada pessoa são motivadas por muitos aspectos, porém cada um deve ser honrado e respeitado como unidade Divina, como parte do todo e, sendo eu parte do todo, o outro é parte também de mim.

Quando você encontra dentro de si alguma resistência em aceitar o outro, independente do que se trata, pare por um segundo, respire e se proponha a lidar com o que acontece dentro de você.

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E por que julgamos?

Julgamos a partir das experiências que tivemos. Principalmente inconscientemente a partir das coisas negativas que experimentamos. Dores, tristezas, exclusões, perdas, culpas, medos…

Fomos ensinados a julgar o tempo todo, julgamos, até falamos mal dos outros e depois nos culpamos.

Quando julgamos o outro, nós o excluímos. Quando nos culpamos, a exclusão é contra nós mesmos. Todo julgamento enfraquece, toda culpa enfraquece e ambos excluem.

Ao mesmo tempo em que o julgamento e a culpa excluem, esse comportamento também nos vincula ao que julgamos de forma totalmente disfuncional. A principal consequência do julgamento é esta: o vínculo invisível com aquilo que estou julgando. Nós não vemos esse vínculo, porém, experimentamos algo proporcional àquilo que julgamos.

E o que acontece? Como podemos diminuir os julgamentos? A maneira mais eficiente é adquirir conhecimento.

Quando colocamos os “óculos sistêmicos” e consideramos a Lei do Pertencimento, podemos escolher como atuar diante da vida. As Leis Sistêmicas são LEIS, o nome já diz tudo, e, como leis, simplesmente atuam e impactam de acordo com o motivo. Impactam de forma funcional ou disfuncional.

Observamos que a exclusão tem consequências funestas – como consequência, experimentamos o fracasso como perdas, doenças ou tristeza. Do contrário, quando validamos o pertencimento, experimentamos o sucesso – que se apresenta com saúde, felicidade e prosperidade.

E como saber se estamos julgando ou simplesmente expondo uma opinião? O julgamento é sempre acompanhado por resistência, tensão e desconforto, além de interromper uma possível ação, ou seja, quando julgamos experimentamos um lugar de vítima – uma vítima não consegue agir.

Diferente de quando damos uma opinião que, ao ser exposta, não está acompanhada de desconforto e sempre promove uma ação que se traduz em soluções.

Pelo conhecimento podemos fazer escolhas, porém, as escolhas são possíveis quando estamos num estado de presença. Podemos escolher observar e constatar e não julgar e criticar.

A melhor maneira de conseguir estar presente é decidir se observar.

Todos nós temos uma parte saudável, então podemos pedir para a nossa parte saudável observar. Você pode dar um comando assim que acordar pela manhã. O comando pode ser: “Hoje permaneço mais presente. A partir de agora minha parte saudável e consciente permanece disponível e atenta, totalmente desperta”.

 

Agora eu te desfio!! Você pode experimentar? Faça essa experiência e desfrute de momentos leves e criativos. Dê um comando para seu inconsciente, esteja atento, esteja desperto! Você também merece uma vida mais feliz, saudável e próspera!

 

 



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