Golpe, fakes, vírus… até onde vai a maldade?

Por Carla Hachmann

Parece piada, mas não é! Talvez a intenção fosse que soasse como “brincadeira”, só que pode provocar muito dano. Em meio a tudo o que está acontecendo, tem quem consiga ser criativo para aplicar golpes, tanto para faturar uma grana, quanto para “rir” da cara do outro.

A polícia disparou vários alertas ontem para golpes que estão sendo aplicados com a oferta de exames domiciliares para testar coronavírus. A pessoa contrata o “serviço”, paga, mas ele nunca vai acontecer. E não são poucos os casos.

Tem aqueles que dedicam tempo para tumultuar ainda mais o processo e criam, inventam, transformam informações e divulgam como se fossem fatos verídicos. São as chamadas fake news. Além de todo trabalho que uma boa parte da população está tendo agora, ainda precisa corrigir notícias falsas que podem causar sério risco às pessoas.

Outros se disponibilizam para criar chamadas fantasiosas para atrair aqueles mais desesperados para infestar seu dispositivo (computador, notebook e até celular) com vírus.

E os milagreiros? Receitas mirabolantes que os mais desesperados acabam consumindo, sem saber as consequências disso.

A “boa-fé” das pessoas em alguns casos beira à ingenuidade e alimenta esse tipo de sujeitos sem-noção. Compartilham postagens de fontes desconhecidas, acreditam em todo tipo de milagre, confiam na “boa intenção” do próximo, creem em todo tipo de teoria da conspiração e vão espalhando tudo o que chega, sem qualquer tipo de filtro. Muitas vezes, de vítimas, se tornam algozes, pois não medem a consequência do seu ato.

Em todo tempo, especialmente em tempo de crise, recorra à imprensa oficial. Toda a equipe do Jornal O Paraná está dedicada a trazer sempre a melhor e mais precisa informação.



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