Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Santa Tereza do Oeste - A Polícia Civil do Paraná (PCPR) instaurou inquérito policial para investigar um caso de lesão corporal grave contra um bebê de apenas dois meses de idade em Santa Tereza do Oeste. A suspeita é de que as agressões tenham ocorrido no contexto de violência doméstica.

De acordo com as informações divulgadas nesta sexta-feira (13), o caso veio à tona após a criança dar entrada em uma unidade hospitalar com quadro clínico considerado crítico. O lactente apresentava hematomas nas pernas e traumatismo craniano relevante.

Mãe é suspeita das agressões

Conforme apurado preliminarmente, relatos colhidos junto ao Conselho Tutelar e ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) indicam que a genitora da criança seria a suposta autora das agressões. As informações apontam que o bebê teria sido arremessado contra móveis em momentos de raiva.

Os fatos teriam ocorrido entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026.

Delegado determina diligências e perícias

O delegado Marcos Fernando da Silva Fontes, responsável pela investigação, determinou uma série de medidas para esclarecer o caso.

Entre as diligências estão a oitiva de conselheiros tutelares e de integrantes da equipe médica que realizou o primeiro atendimento. Também foi solicitada a apreensão de objetos relacionados aos fatos para perícia no Instituto de Criminalística.

Além disso, a Polícia Civil requisitou os prontuários médicos detalhados junto ao Hospital Universitário de Cascavel e ao pronto atendimento do município. Assim que receber alta hospitalar, a criança será submetida a exame de lesões corporais na Polícia Científica.

Equipes policiais também realizam diligências de campo para identificar possíveis testemunhas e reunir novos elementos probatórios.

A Polícia Civil do Paraná reforçou o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e informou que as investigações seguem em andamento para a completa responsabilização dos envolvidos.

Fonte: PCPR