Clonagem de cartão de crédito é o golpe sofrido mais comum na praça

São Paulo – Com a chegada do fim de ano, criminosos aproveitam o aumento da circulação de consumidores nos centros de compras para realizar os mais diversos tipos de golpes. Um levantamento da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) estima que de setembro de 2017 até setembro deste ano, 7,8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude.

Os dados mostram que a maior parte das ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartão de crédito. Outros golpes mais comuns envolvem o uso indevido do nome para contratação de empréstimos (12%), utilização de documentos para abertura de crediário (10%) e pagamento de boletos falsos (10%). Há ainda pessoas que foram vítimas de clonagem de cartão de débito (7%), falsificação de cheque (7%) e clonagem de placa de veículo (7%).

Crimes como esses acabam causando sérios danos para o consumidor, que, ao ter suas informações pessoais utilizadas indevidamente, sofrem não apenas prejuízos financeiros, como também ficam expostos a constrangimentos.

Segundo a pesquisa, as principais consequências com ações fraudulentas são perda de tempo com processos burocráticos para regularizar a situação (32%), compras indevidas feitas em seu nome (29%) e negativação do CPF, que dificulta a realização de compras por meio do crédito (24%).