Toledo – A novela que se tornou o Hospital Regional de Toledo parece estar longe de um desfecho. Com a reforma ainda em andamento, a previsão é de que a Construtora Guilherme entregue a obra até dezembro deste ano. Contudo, para que o hospital comece a funcionar e atender o público, ainda é necessário definir quem irá gerir o HR, dúvida que segue desde que a estrutura ficou “pronta”, em 2016.

A história ganhou um novo capítulo nesta semana, isso porque o prefeito de Toledo, Beto Lunitti (MDB), está em Brasília e hoje (17) terá um dia decisivo para definir quem deverá fazer o gerenciamento do Hospital Regional.

Beto irá se reunir com a presidência da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) para definir se a gestão do hospital ficará a cargo da empresa federal ou se terá de ficar por conta de outra entidade.

Em um primeiro momento, a Ebserh havia demonstrado interesse em fazer a gestão da unidade hospitalar, mas, depois dos contratempos por conta da entrega das obras e garantias de custeio e manutenção do espaço, acabou se distanciando do hospital. Agora, a Prefeitura de Toledo tenta novamente um contrato com a empresa para a gestão. “Nós vamos à Ebserh para ver se de fato a Ebserh vai ‘tocar’ o hospital ou não. Nós precisamos dessa resposta. Não dá mais para esperar. Esse hospital já está em fase de conclusão e nós precisamos abrir esse hospital para as pessoas do nosso município e nossa região ter esse atendimento de média e alta complexidade”.

No mês de maio, cogitou-se que a gestão pudesse ser realizada pelo Ciscopar (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Costa Oeste), o prefeito de Assis Chateaubriand, Valter Aparecido Souza Correia, o Valtinho, até acenou positivamente para a questão, entretanto, as conversas não prosseguiram.

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