Giro político do dia 15 de março de 2019

Veja quais são os vereadores mais tagarelas da Câmara de Vereadores de Cascavel

Vereadores falam, o povo paga!

Governo do Paraná

Sempre conectados durante as sessões – muitas vezes com diálogos demorados, enquanto outros parlamentares discutem projetos -, parte dos vereadores utiliza celulares pagos com recursos públicos. Conforme consta no Portal Transparência, no ano passado, os 21 eleitos gastaram R$ 24 mil com conta de telefone. Além dos telefones dos vereadores, a Câmara tem nove linhas para serviços da equipe administrativa. Essas linhas administrativas representaram gasto de R$ 12,1 mil no ano.

Tagarelas

E olha que tem parlamentar que falou pouco na tribuna, mas pelo visto gosta mesmo é de usar o celular. Confira os mais gastões: Serginho Ribeiro R$ 3.291, Gugu Bueno R$ 2.407, Alécio Espínola R$ 2.240, Aldonir Cabral R$ 2.003, Paulo Porto R$ 1.848, Roberto Parra R$ 1.473 e Josué de Souza R$ 1.441.

Mudos

Apenas quatro parlamentares tiveram gastos inferiores a R$ 10 no ano passado: Carlinhos Oliveira, R$ 9,60, Sebastião Madril R$ 5,10, Mauro Seibert R$ 3,52 e Pedro Sampaio R$1,39. Os demais parlamentares gastaram entre R$ 800 e R$ 950, cada um.

Ignorado

Embora seja responsável por mais da metade das despesas do Consamu Oeste, Cascavel foi totalmente ignorada na decisão administrativa que dispensou sem cerimônia alguma o diretor técnico Rodrigo Nicácio esta semana. O próprio prefeito Leonaldo Paranhos (PSC) admitiu ter sido surpreendido pelas mudanças no comando do Consamu Oeste. Cascavel é a maior cidade do grupo, paga mais de R$ 25 milhões/ano, e, por isso, Paranhos deixou claro que deveria ao menos ter sido consultado pelo presidente do Consórcio, Jucenir Stendzler, antes da exoneração. “Não ser ouvido foi ruim nesse caso”, admitiu Paranhos, que já pediu a volta do médico. Se será atendido é outra história.

Tiro no pé

Por falar em Paranhos… foi um baita tiro no pé sua tentativa de conciliação entre motoristas e empresas do transporte público de Cascavel. O prefeito conseguiu evitar a greve antes de voltar à cidade após suas férias, mas o restante foi só prejuízo. Tornou público seu envolvimento e mostrou que ninguém lhe deu ouvidos. Quem saiu da reunião parecia ainda mais bravo. Só houve mais desgaste, e, pelo que tudo indica, além de uma possível paralisação do serviço, o cascavelense ainda pode amargar uma tarifa de R$ 4,15, a julgar pelo posicionamento das empresas.

Em tempo…

Todos os prefeitos já tiveram que pôr o dedo nas negociações quando não havia acordo. Mas procuravam fazer isso mais na surdina, até para não acontecer o que aconteceu.

 


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